... e a menina se fez criança novamente...
Correu descalça pelo gramado em busca do riacho...
Encontrou um sapo, ficou toda feliz!!!
Foi correndo beijá-lo na esperança de o transformar em um príncipe encantado como havia ouvido em alguma estorinha...
Triste, com os lábios molhados e frio correu em busca do colo da mãe, chorando, dizendo que mentiram prá ela, que falaram que os sapos eram príncipes encantados...
A menina chorou, esperneou, apertou os olhos descrente em tudo mais que havia ouvido...
Ela acreditava nisso, em duendes e bruxa malvada...
Morria de medo do escuro...
Imaginava fantasmas, lobisomens, homem do saco que viria buscá-la caso fizesse alguma travessura...
Por isso sempre mantinha uma vela acesa para seu anjinho da guarda, o qual ela sempre recorria em momentos de medo ou dificuldades...
E esta vela iluminava seu quarto a deixando mais segura, sem escuro...
A menina crescia mas sempre voltava a ser criança, qualquer motivo a trazia prá infância...
Ficou mocinha, adolescente, namorou, casou...
Mas mantinha este lado infantil e sempre acompanhada das bonecas muito bem cuidadas...
aínda tinha seus medos, do escuro, do bicho papão...
Se escondia entre as bonecas, corria para o colo da mãe cada vez que tinha um medo...
Teve filhos e tentou não passar para eles seus medinhos, neuras de criança...
Mentia dizendo para que não acreditassem quando ela aínda acreditava...
Menina sapeca, menina maluca, menina menina...
Correu descalça pelo gramado em busca do riacho...
Encontrou um sapo, ficou toda feliz!!!
Foi correndo beijá-lo na esperança de o transformar em um príncipe encantado como havia ouvido em alguma estorinha...
Triste, com os lábios molhados e frio correu em busca do colo da mãe, chorando, dizendo que mentiram prá ela, que falaram que os sapos eram príncipes encantados...
A menina chorou, esperneou, apertou os olhos descrente em tudo mais que havia ouvido...
Ela acreditava nisso, em duendes e bruxa malvada...
Morria de medo do escuro...
Imaginava fantasmas, lobisomens, homem do saco que viria buscá-la caso fizesse alguma travessura...
Por isso sempre mantinha uma vela acesa para seu anjinho da guarda, o qual ela sempre recorria em momentos de medo ou dificuldades...
E esta vela iluminava seu quarto a deixando mais segura, sem escuro...
A menina crescia mas sempre voltava a ser criança, qualquer motivo a trazia prá infância...
Ficou mocinha, adolescente, namorou, casou...
Mas mantinha este lado infantil e sempre acompanhada das bonecas muito bem cuidadas...
aínda tinha seus medos, do escuro, do bicho papão...
Se escondia entre as bonecas, corria para o colo da mãe cada vez que tinha um medo...
Teve filhos e tentou não passar para eles seus medinhos, neuras de criança...
Mentia dizendo para que não acreditassem quando ela aínda acreditava...
Menina sapeca, menina maluca, menina menina...


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