quarta-feira, 2 de março de 2011

Receita Caixa Surpresa: vai chocolate, morango e marshmallow

Caixa Surpresa


 Tempo de preparo: 35 minutos
Tempo de cozimento:
20 minutos
Tempo de geladeira: 2 horas
Rendimento: 10 a 12 porções




INGREDIENTES

1 xícara (chá) de açúcar (180g)
meia xícara (chá) de água (120ml)
3 claras pequenas (90g)
1 disco de 20cm de pão de ló
3 embalagens de biscoito de chocolate (ou aproximadamente 500g)
350g de morango fresco cortado ao meio
hortelã fresca picada a gosto


MODO DE PREPARO

Prepare um marshmallow:
numa panela pequena, junte o açúcar e a água. Leve ao fogo até obter ponto de bala (cerca de 15 minutos depois da calda entrar na fase de cozimento, mergulhe uma colher de água fria e depois na panela para retirar um pouco da calda. Mergulhe os dedos em água fria e retire um pouquinho de calda da colher para formar uma bola que deverá ser elástica).


Bata na batedeira as claras em neve. Quando a calda estiver no ponto, despeje-a em fio sobre as claras. Continue batendo em velocidade alta até que a preparação fique fria (cerca de 15 minutos).


Forre o fundo de uma fôrma redonda (com cerca de 20 cm de diâmetro) de fundo removível com o disco de pão de ló. Distribua os biscoitos de pé pela lateral da fôrma (se necessário use um pouco do marshmallow para facilitar no momento de “grudar” os biscoitos).


Distribua o marshmallow sobre os biscoitos da lateral e no fundo de pão de ló, formando uma camada que vai unir e estruturar a sobremesa. Trabalhe com cuidado. No final você vai obter “uma caixa” que deve ser recheada com os morangos (envolvidos antes na hortelã picada).


Sobre o morango, espalhe o restante do marshmallow e distribua os biscoitos restantes (distribua os biscoitos como se fosse uma flor, para facilitar na hora de servir). Leve à geladeira por cerca de 2 horas. Desenforme deixando a parte de biscoito para cima.


Dica para fazer o pão de ló: bata na batedeira 2 claras em neve. Reserve. Em outra tigela, bata 2 gemas e 4 colheres (sopa) de água até espumar. Junte 1 xícara (chá) de açúcar e 1 xícara (chá) de farinha de trigo e 1 colher (chá) de fermento. Retire da batedeira e acrescente as claras em neve, mexendo delicadamente. Despeje a massa numa fôrma redonda com 20 cm de diâmetro, untada e enfarinhada. Leve ao forno médio (180ºC), preaquecido, por cerca de 10 minutos ou até que, enfiando-se um palito na massa, este saia limpo. Corte o pão de ló ao meio no sentido horizontal, formando 2 discos. Use 1 disco de massa para a receita e congele o outro disco.

Variações:
substitua o morango por pêssego em calda (sem a calda). Substitua o pão de ló por fatias de bolo comprado pronto.

Receita de Everest


Everest: exagero na medida certa



Quatro bolas de sorvete de creme, framboesa, meia xícara de chantilly, suspiro, morangos fatiados e hortelã. A soma dos ingredientes justifica o nome de uma das sobremesas mais antigas e famosas do Ráscal. Neste caso, a medida certa é quase o exagero, mas as porções bem delimitadas fazem do Everest a pedida perfeita para fechar uma refeição completa.




INGREDIENTES


- ½ xícara de chantilly
- 1 suspiro inteiro
- 04 bolinhas (ou 40 g) de sorvete de creme
- 02 Colheres de sopa de framboesa
- 03 morangos fatiados
- 01 raminho de hortelã


MODO DE PREPARO

Misture a framboesa e o açúcar com um garfo e guarde em um recipiente fechado no congelador.
No prato, coloque na seguinte ordem: um pouco de chantilly no fundo, o suspiro e o restante do chantilly em cima.
Coloque duas bolinhas de sorvete de cada lado do prato.
Disponha as fatias de morango sobre o chantilly, intercalando com a framboesa.

Indicação de filme: Bruna Surfistinha


Aos 17 anos, Raquel se sente desajustada na escola, onde é ridicularizada pelos colegas, e em casa, onde vive em conflito com a família. Um dia, a menina de classe média toma uma decisão surpreendente: virar garota de programa. Ela foge de casa e vai viver num privê, onde as garotas moram e recebem clientes. Adota o nome de Bruna e fica amiga daquelas mulheres, como a intempestiva Janine. Ali conhece Huldson, que vai se empenhar em tirá-la da prostituição. De ingênua e desajeitada, Bruna se torna a garota de programa mais disputada do lugar e a que mais ganha dinheiro. Conhece a sofisticada Carol, que lhe mostra a prostituição de alto luxo, e aluga um flat para receber seus próprios clientes. A fama nacional vem quando, com o nome de Bruna Surfistinha, passa a contar num blog suas aventuras sexuais e afetivas como garota de programa. Mas Bruna vê seu dinheiro e sua saúde serem consumidos pela cocaína e, quando chega ao fundo do poço, é hora de dar uma nova guinada em sua vida.

Informações Técnicas :

Título no Brasil: Bruna Surfistinha
Título Original: Bruna Surfistinha
País de Origem: Brasil
Gênero: Drama
Classificação etária: 16 anos
Tempo de Duração: 131 minutos
Ano de Lançamento: 2011
Estréia no Brasil: 25/02/2011
Site Oficial:
Estúdio/Distrib.: Imagem Filmes
Direção: Marcus Baldini

Elenco :

Deborah Secco ... Raquel / Bruna
Cassio Gabus Mendes ... Huldson
Drica Moraes ... Larissa
Fabíula Nascimento ... Janine
Cris Lago ... Gabi
Erika Puga ... Mel
Simone Illiescu ... Yasmim
Brenda Ligia ... Kelly
Guta ... Carol
Juliano Cazarré ... Gustavo
Clarisse Abujamra ... Celeste
Luciano Chiroli ... Otto
Sérgio Guizé ... Rodrigo
Gustavo Machado ... Miguel

terça-feira, 1 de março de 2011

Atenção: orkut 3D não existe

 
Gente não cai nessa, mesmo q fosse verdade oq não é, vc teria q ter um computador proprio pra isso como as tvs novas de 3d, se fosse simples assim, era só usar o oculos em qualquer tv q temos em casa né, agora programa de computador 3d, só besta pra acreditar nisso, este programa te leva pra pagina que voce tem que colocar sua senha pra entrar e dai pra vc aparece q esta indisponivel, masss nisto a sua senha ja eraaa, ja foi hackeado seu orkut, fique esperto, não caia nesta.


O link engana bem pois é orkut.com.br mas o link do orkut não tem o ".br", e é assim que o povo cái, o link engana legal.

O que devo saber antes de instalar um sistema elétrico na minha casa?

  • As normas de instalações elétricas variam de acordo com a empresa que fornece energia. Portanto, antes da instalação, é preciso consultar as exigências das concessionárias 
  • As normas de instalações elétricas variam de acordo com a empresa que fornece energia. Portanto, antes da instalação, é preciso consultar as exigências das concessionárias
Quadros de força, conduítes, fios, cabos, interruptores, dímeres, luminárias e lâmpadas, entre outros elementos, formam o sistema elétrico de uma construção. Esse sistema está relacionado a diversas atividades de uma casa, seja o simples acionamento de uma lâmpada até o dimensionamento de grandes cargas elétricas para equipamentos mais complexos. Além disso, um projeto de elétrica responsável está diretamente ligado a um consumo consciente de energia e à segurança das construções, afastando o risco de incêndios.

Para entendermos mais facilmente como funciona a parte elétrica de uma casa, podemos pensar de fora para dentro. A energia elétrica é fornecida pelas concessionárias de cada cidade. Normalmente, a ligação ao interior das casas é feita pelos postes de entrada de luz (que, quase sempre, estão no canto dos terrenos) e, na sequência, pela caixa de entrada de energia, onde fica o medidor de consumo.

Poste e caixa de entrada de energia seguem os padrões das concessionárias de cada cidade, portanto, se você estiver construindo a sua casa, verifique como isso deve ser feito e que equipamentos devem ser adquiridos. Consulte a concessionária de energia responsável pelo abastecimento da sua cidade.

Do lado de fora
Há, ainda, a opção de não haver o poste para a entrada da energia, que, nesse caso, deve ser feita por baixo do solo. Entretanto, infelizmente, essa não é a forma mais comum para a entrada de energia no nosso país. Com relação ao medidor, popularmente chamado de relógio de luz, há opções em que a leitura deve ser feita por dentro do lote e outros modelos em que a leitura pode ser feita diretamente da rua. Verifique o modelo mais adequado para a sua construção.

Depois disso, deve haver uma ligação entre o medidor e um quadro geral de energia, que, normalmente, fica dentro da casa. É este quadro que recebe a energia e a distribui para todos os ambientes. No caso de construções grandes, pode haver mais de um quadro. Há diversos fabricantes que produzem esses quadros e de inúmeros tamanhos. A dimensão está relacionada à potência instalada na construção.

  • Getty Images A escolha dos materiais utilizados em um sistema elétrico está relacionada à potência instalada

Quadros grandes e pequenos
As casas maiores costumam ter uma quantidade maior de lâmpadas e equipamentos instalados e, consequentemente, usam mais energia e precisam de quadros maiores, com mais circuitos. O correto dimensionamento dos quadros deve ser feito por um engenheiro eletricista. No caso de reformas de casas muito antigas, é comum vermos quadros pequenos, com poucos circuitos.

Atualmente, diversos equipamentos  que fazem parte do nosso dia a dia exigem mais energia -e as construções mais velhas não estão preparadas para isso. Logo, ao reformar uma construção dessas, provavelmente será necessário substituir o quadro por um novo, maior, com a possibilidade de abrigar mais circuitos e mais adaptado às normas atuais de elétrica e de segurança.

Chegando em casa
O quadro de luz tem a função de receber uma quantidade grande de energia elétrica e direcioná-la para uma série de circuitos independentes. Essa separação é necessária para que cada tomada ou lâmpada da casa possa ser atendida. Cada circuito corresponde a um disjuntor, um dispositivo que podemos acessar no quadro, e que podemos ativar ou desativar, conforme nossa vontade. Os disjuntores substituem os antigos fusíveis e servem para proteger a fiação e os equipamentos de grandes descargas elétricas ou de consumo inapropriado.

Sempre que a descarga elétrica for maior do que a capacidade suportada pelo disjuntor, ele desarma e é cessada a transmissão da energia, impedindo que os fios e cabos elétricos esquentem demais ou que os equipamentos sejam danificados, como no caso de um curto circuito acidental.

É importante dizer que um sistema elétrico bem dimensionado é a garantia contra os acidentes domésticos e incêndios. Cerca de cem pessoas morrem por ano eletrocutadas no Brasil e a má condição das instalações elétricas é um dos maiores motivos dos incêndios. Fazer um bom projeto é importante e revisar o sistema a cada cinco anos evita problemas futuros.

O caminho da luz
A ligação entre os disjuntores e as lâmpadas ou tomadas é feita através dos fios ou cabos elétricos, que normalmente ficam protegidos pelos conduítes. Os conduítes podem ser metálicos ou plásticos, podem ser embutidos ou ficar aparentes (e são fabricados em diversos tamanhos).

As dimensões estão relacionadas à quantidade e à espessura dos fios que correrão por dentro dessas peças. Somente fios especiais, como o plastichumbo, podem ser instalado sem conduíte. Os cabos elétricos normais necessitam de conduítes ou a instalação não estará segura. Além disso, conduítes bem dimensionados permitem a troca dos fios sempre que necessário, sem a necessidade de quebrar paredes.

Fios e cabos
Por fim, é importante falar dos fios e cabos elétricos. Eles também são fabricados em diversas espessuras e a dimensão muda de acordo com a quantidade da potência instalada do circuito. Como exemplo, podemos citar um circuito que abastece um chuveiro elétrico. Por consumir uma quantidade muito grande de energia, os fios devem ser mais espessos do que os fios que ligam circuitos mais simples, como os de tomadas comuns para a ligação de um abajur, por exemplo. Quando os fios não estão corretamente dimensionados, eles aquecem demasiadamente. Isso causa o rápido ressecamento dos fios e, com o tempo, pode causar um incêndio.

Procure sempre um especialista na hora de projetar o sistema elétrico de sua casa ou fazer uma reforma. Somente dessa forma você garante uma instalação segura e evita o desperdício de energia. Uma instalação bem feita pode representar de 5% a 10% de economia no consumo de energia. Portanto, é um investimento com retorno rápido, além da de oferecer tranquilidade de que seus equipamentos estarão protegidos e sua casa não correrá riscos.

Por que as novas tomadas possuem três pinos?

  • Tomadas no novo (em preto) e no velho formato Tomadas no novo (em preto) e no velho formato
Há mais de um ano foi instaurado o novo padrão de tomadas no Brasil. Esse sistema, que possui um encaixe diferenciado e protege o usuário de choques nas tomadas de parede (principalmente as crianças que enfiam os dedinhos nas tomadas), irá aos poucos repadronizar o uso em todo o país. Atualmente existem muitos tipos de tomadas em uso, com grande variação nos plugues de encaixe, o que dificulta a vida do usuário e do eletricista.

Existem duas tomadas que são muito similares à nova tomada de três pinos. Uma delas é aquela que acompanhava muitas máquinas de lavar roupa ou micro-ondas. Três pinos chatos, dois em cima, inclinados e um embaixo, reto.

Já a tomada mais comum, conhecida por todos como “tomada de computador”, é a que vinha na maioria dos produtos eletrônicos complexos na última década, e cujo nome correto é 2P+T, que quer dizer dois pinos mais terra. As novas tomadas são uma espécie de repaginação dessas duas tomadas já existentes.

Mas afinal o que é o terra, o elemento em comum de todas essas tomadas?

O pino terra é o pino da tomada que faz a ligação do aparelho com o sistema de aterramento de sua rede elétrica. Esse aterramento é muito importante. Ele protege você de pequenos choques que seus aparelhos podem eventualmente causar, e muitos dos componentes eletrônicos mais sensíveis de seus equipamentos eletroeletrônicos. Esses produtos mais delicados são, geralmente, os mais caros, como computadores, TVs de última geração, impressoras, decodificadores e muitos outros.

Uma rede elétrica comum, residencial, é geralmente composta por dois condutores de energia: o fase e o neutro. O fase é o condutor por onde a tensão elétrica é transmitida, enquanto que o neutro possui potencial elétrico igual a zero. Para existir eletricidade, deve existir uma diferença de potencial: por exemplo, se o seu fase é de 127V e seu neutro 0V, há eletricidade e sua rede é de 127V.

No entanto, apesar do neutro ter potencial igual a zero, isso não ocorre necessariamente, por conta de alguns fatores existentes nos equipamentos e eletrodomésticos modernos. A carapaça metálica dos eletrodomésticos, assim como a existência de muitos componentes elétricos sensíveis em um computador, com diferentes potenciais elétricos, pode levar a “escapes” da energia que fica acumulada em extremidades metálicas dos aparelhos – a energia eletrostática.

Essa energia que fica “acumulada” nos aparelhos pode causar leves choques no usuário, ou ainda, ao se conectar componentes com diferença de potencial, estragar algumas peças de seus aparelhos, inutilizando-os. A forma de anular esses grandes inconvenientes é utilizando o pino terra.

O pino terra liga-se ao aterramento de casa (daí vem seu nome). O aterramento é um terceiro condutor de energia que realmente possui potencial neutro, e encaminha as “sobras” de energia de seus aparelhos diretamente para a terra, deixando-os sempre sem energia eletrostática e, portanto, sem riscos de danos entre componentes.

O fato de sua tomada ter os três pinos não significa que o aterramento está conectado, e, portanto, você pode ter uma impressão falsa de que está tudo instalado corretamente quando não está. Se sua instalação elétrica for antiga, é provável que o aterramento não esteja feito, ou pelo menos que não esteja feito da forma correta.

O aterramento consiste em uma fiação, geralmente verde, ou verde e amarela, que percorre todas as tomadas de sua casa, e depois se liga ao chão. A ligação com a terra é realizada por meio de uma ligação dessa fiação a uma haste metálica, geralmente de cobre, que fica instalada dentro de uma caixa de inspeção e espetada na terra. Dependendo do tipo de solo, essa haste pode ter de ser enterrada com mais ou menos profundidade, para garantir que haja a ligação correta do terra.

O aterramento é obrigatório por lei nas construções novas desde 2009, de tão importante que é para a nossa segurança e de nossos equipamentos. Consulte seu eletricista para descobrir se sua rede elétrica está aterrada da forma correta. Instalações de aterramento bem realizadas podem até ajudar a economizar na conta de luz. Não corra riscos de choques, e especialmente de perder peças importantes de seus equipamentos. Não há seguro ou garantia que irá cobrir esses danos!

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Sozinha sim; comer mal, nunca!

Chega de miojo!
Aprenda com os 5 mandamentos dos solitários na cozinha
Carolina Vilarinho
Frango recheado com espinafre
Frango recheado com espinafre

Você, que come sozinha todos os dias depois do trabalho, que vive de congelados porque é rápido e não precisa chegar perto de nenhuma panela.
 
Você, que come apenas para se alimentar, e às vezes nem sequer come. Vocês caíram no lugar certo!
 
Aos solitários na cozinha, sei do esforço e da força de vontade que essa hora pede, afinal, também sou uma de vocês.
 
Mas vamos banir de nossas vidas o miojo, a lasanha congelada e o delivery quatro vezes por semana! 
 
Pensando no que precisamos para sermos solitários felizes na cozinha, fiz cinco mandamentos que se forem seguidos, não tem erro!


Cinco mandamentos para os solitários na cozinha: 

1. Jamais cozinharás no silêncio
Coloque uma playlist bacana no seu som e aproveite, cozinhar com música anima e se você fizer qualquer dança cafona ninguém vai ver mesmo. Sem contar que a comida acaba ficando bem mais gostosa. 


2. Não escolherás receitas cabulosas
Na hora de escolher o que fazer, opte por coisas práticas, cortes menores, de rápido cozimento e receitas com poucos passos.


3. Não viverás de carboidratos
Fuja da proteína com carboidrato juntos no mesmo prato se você pretende comer bem. Principalmente à noite, carboidrato só ajuda na hora de engordar.


4. Não cozinharás com pressa
Muita gente chega tarde em casa e fazer comida pode ser cansativo, mas você tem duas opções, ou faça antes e deixe na geladeira para reaquecer ou coloque na cabeça que fazer comida pode ser relaxante. 


5. Não comerás para viver, viverás para comer
Escutei essa frase um dia desses e pensei na quantidade de pessoas que come apenas porque tem que comer, quando essa hora do dia, almoço ou jantar, deveria ser um momento prazeroso. Relaxe na hora de ir para o fogão, essa é a hora de se livrar do stress cotidiano, abrir um vinho ou uma cerveja, curtir a música que está tocando, prestar atenção em deixar a comida gostosa e bonita em vez de dar espaço aos problemas diários e ao cansaço. Faça disso o seu lazer diário, é um santo remédio para o stress.


Fiz uma receita que não demorou mais de 40 minutos e acabou ficando barato e saudável. Acabei fazendo até dois acompanhamentos para mostrar as opções que podem existir. Purê de abóbora japonesa e purê de maçã para acompanhar filé de frango recheado com espinafre. Purê, rechear, maçã? Parece difícil e trabalhoso, né? Mas é por isso que estou aqui, para mostrar que não é.

O mais demorado foi cortar os ingredientes porque optei pela versão econômica. Metade de uma abóbora japonesa (quase 900 kg) custou em média R$ 1,50; uma bandeja com cinco filés de frango, não mais do que R$ 5,00, tão barato quanto a maçã e o espinafre. É possível achar preços melhores que estes, ou pagar um pouquinho a mais e já comprar a abóbora cortada, porque dá um pouco de trabalho na hora de cortar.

Escolha a praticidade, junto com ela vem o conforto de comida caseira. Junte isso com a diversão de cozinhar e uma pitada de variedade. Garanto que vai sair coisa boa!

Bom apetite.
Carolina Vilarinho
Frango recheado com espinafre
Frango recheado com espinafre

Frango recheado com espinafre

Ingredientes
4 filés de frango
1 maço de espinafre
2 dentes de alho
azeite
sal
pimenta do reino preta moída
palito de dente



Passo a Passo

1. Comece levando ao fogo para ferver, uma panela com água. Enquanto aquece, retire as folhas do espinafre e jogue os talos fora.

2. Coloque as folhas na água quente e deixe por 3 minutos. Escorra e pique o espinafre.
3. Em uma frigideira, coloque um fio de azeite, o alho já picado e doure.

4. Em seguida coloque o espinafre, deixe secar por uns 5 minutos e tempere com sal e pimenta.
5. Pré aqueça o forno em 180 C.
6. Agora vamos rechear o frango. Abra os filés já temperados com sal e pimenta e coloque um pouco de recheio, varia a quantidade com o tamanho do filé, mas não coloque muito. Vá enrolando o filé até formar um rocambole de frango e prenda com palitos de dente.
7. Em uma assadeira, coloque um outro fio de azeite e disponha os filés enrolados e presos no palito, sempre com a parte onde foi fechada para baixo.
8. Asse por 20 minutos ou até durar levemente em cima e está pronto! 
Carolina Vilarinho
Purê de abóbora e purê de maçã
Purê de abóbora e purê de maçã

Purê de Abóbora

Ingredientes

200 kg de abóbora japonesa
alecrim
sal
pimenta do reino preta moída


Passo a Passo

1. Em uma panela com água, cozinhe a abóbora cortada em cubos até que esteja bem mole.
2. Escorra a água, amasse com um garfo, tempere com o alecrim, o sal e a pimenta.

Purê de Maçã

Ingredientes

2 maçãs maduras
canela
açúcar

Passo a Passo

1. O mesmo método para o purê de abóbora. Só tempere com canela e açúcar.

Dicas

Sobrou abóbora?
Deixe na geladeira e guarde para outro dia você colocá-las no forno por uma hora, regadas de azeite e alecrim ou sálvia, fica divino!

Sobrou recheio de espinafre?
Misture no arroz ou faça bolinhos, acrescentando farinha e ovo.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Romance entre primos ainda é tabu

A família ainda é o maior empecilho para o relacionamento entre primos

“Sempre fui apaixonado por minha prima. Sempre".

Na adolescência tivemos um rolo, mas meu pai descobriu e me deu uma surra daquelas. A partir daí, minha família começou a restringir meus horários e a me vigiar. Meus tios também se afastaram e a convivência com o Ricardo* ficou impossível. Em poucos meses ele acabou namorando com outra menina, que engravidou, e os dois acabaram se casando.


A nossa história caiu no esquecimento geral e todo mundo voltou a conviver numa boa, mas ainda tremo quando o encontro. E ele também me olha de um jeito diferente até hoje”, relata a administradora de empresas Sílvia*, de 35 anos, que confessa lamentar até hoje a interrupção do romance. Final infeliz, assim como deve acontecer com Irene (Fernanda Paes Leme) e Pedro (Eriberto Leão) em “Insensato Coração”: nos próximos capítulos da novela global, a garota vai engravidar do primo e logo em seguida morrer em um acidente.


A família ainda é o maior empecilho para o relacionamento entre primos. “É uma relação que parece incestuosa, já que primos são vistos como irmãos”, analisa a terapeuta familiar e sexual Maria Luiza Cruvinel, de São Paulo. “Antigamente era mais comum, porque as famílias eram mais numerosas e todo mundo vivia próximo.


Além disso, o casamento entre membros era uma maneira de manter o patrimônio dentro da família. Hoje é menos comum, porque é tido como tabu e há pressão para que não aconteça”, afirma a especialista, que cita o temor que o fruto da união sejam filhos com má formação genética como principal argumento.


Para o psicólogo e sexólogo Oswaldo Martins Rodrigues Junior, diretor do Instituto Paulista de Sexualidade, é na adolescência que o romance entre primos pode acontecer. “É justamente nessa fase que as pessoas ensaiam como devem viver no futuro, ou seja, na idade adulta”, pondera.


E é também nesse período que acontece a descoberta do sexo e os primos estão mais próximos e acessíveis. O sexólogo chama a atenção para o fato de que quanto mais proibitiva e repressiva for a família, maior a chance de os primos se envolverem. Isso porque a falta de contato com outros grupos pode ser resolvida dentro do próprio círculo familiar.



O momento certo para assumir a relação

Concretizado o romance, o mais difícil, para os pais, é aceitar. E para o casal, assumir.


“A hora de revelar o relacionamento a todos é quando os dois sentem que realmente existe uma chance de a relação ir em frente”, sugere Maria Luiza. “É fundamental ter muita calma e tolerância, além de muito diálogo, para ir desconstruindo crenças e tabus.


Como toda situação diferente, incomum, esse romance pode causar um desequilíbrio no começo, mas aos poucos a família pode ir aceitando a ideia, especialmente se perceberem que o casal está bem”, acredita.


O sexólogo Oswaldo Rodrigues diz que, em geral, as reações ocorrem de acordo com os padrões morais de cada família. “As regras são percebidas como formas de defender a família, cada um dos indivíduos e o mundo todo ao redor.


Então, por mais sofrido que seja a aplicação das regras, elas parecem certas para a família. Portanto, em princípio, não fará sentido para a família deixar de aplicar as regras, mesmo que sejam sanções para o membro que deseja se relacionar com o primo ou a prima”, salienta.


Para ele, o momento ideal de assumir a relação é quando o casal está se tornando social e economicamente independente. “Ambos terão mais facilidade de impor-se aos familiares na tomada de decisões de estabelecer relacionamentos, com quem namorar e casar”, salienta.


Enquanto o grito de independência não é dado, é comum que os primos mantenham um relacionamento escondido das famílias. É o caso da relações-públicas Débora*, de 18 anos.


“Namoro meu primo há um ano e nossos pais não sabem. Temos a certeza de que somos a pessoa certa um para o outro, mas estamos esperando o fim da faculdade para revelar a verdade a todo mundo”, diz.


“Saímos juntos todos os fins de semana, pois temos os mesmos amigos. A turma sabe o que rola, é claro, mas é complicado manter segredo porque volta e meia alguém esquece e dá um fora no Facebook ou no Orkut. Vivo tensa, apagando mensagens, mas prefiro assim. Não posso imaginar a reação dos nossos pais”, lamenta.



Filhos de primos correm riscos genéticos

De acordo com Caio Parente Barbosa, coordenador do Setor de Genética e Reprodução Humana da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC), casamentos dentro da mesma família aumentam as chances de acontecer alterações genéticas em relação à população em geral.


“No entanto, o risco de desenvolvimento de doenças genéticas entre primos varia entre as famílias. Cada caso deve ser avaliado individualmente”, afirma o especialista.


É preciso considerar a origem geográfica da família, se há outros casamentos consanguíneos e se há crianças com alterações, por exemplo. Quanto mais próxima a familiaridade, maior o risco. Primosde primeiro grau correm mais chances (10%) de ter filhos com doenças genéticas se comparados a casais sem parentesco (3%).


Pesquisas norte-americanas mostram probabilidades menores, mas ainda preocupantes. Segundo estudo do Conselho Nacional da Sociedade de Genética dos EUA, publicado em 2002, casais consanguíneosteriam 6% de chance de ter filhos doentes, contra 3% dos casais sem parentesco.


Mas esse dado só deve ser levado em conta quando não há casos de doenças hereditárias na família. Ao contrário, o risco tende a ser muito maior.



É preciso procurar aconselhamento genético

Caio Parente Barbosa explica que filhos de primos podem nascer com doenças genéticas desde que ambos carreguem genes com alterações semelhantes, o que é muito mais fácil de acontecer entre parentes.


“Caso isso aconteça, a criança pode nascer com cegueira, surdez, albinismo, distrofias musculares, fibrose cística ou qualquer outra enfermidade de uma lista de milhares de doenças genéticas, com exceção da síndrome de Down, que não ocorrepela consanguinidade”, alerta o médico, que faz questão de lembrar que esse risco não atinge somente parentes.


“Todos somos portadores de genes que causam doenças. Só que é muito mais difícil que pessoas sem parentesco tenham genes com alterações semelhantes do que primosque tenham avós em comum”, ressalta.


É recomendado ao casal, portanto, procurar aconselhamento genético. O médico especialista em genética médica vai investigar a incidência de doenças familiares nas três últimas gerações.


Constatados casos, o casal vai fazer testes genéticos específicos para saber se carregam a propensão a elas em seu DNA – e aí, sim, tomar determinadas decisões.

fonte: http://estilo.uol.com.br/comportamento/ultimas-noticias/2011/02/25/romance-entre-primos-ainda-e-tabu.htm

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