sábado, 29 de janeiro de 2011

Quem envelhece mais cedo? Loiras ou morenas?

Envelhecer é um processo natural e inevitável. As marcas deixadas na pele e no organismo estão associadas à herança genética e a fatores externos, como exposição solar, tabagismo, má alimentação, entre outros pontos que acabam afetando a beleza. De acordo com a cirurgiã plástica, Cristina Pires Camargo, não é mito que a pele branca é a mais propensa a apresentar sinais de envelhecimento, como rugas e sulcos, (flacidez da maça do rosto) se comparada às demais etnias como a negra e a asiática.

"A pele branca é menos preparada para suportar as agressões do sol, tendo mais predisposição ao fotoenvelhecimento. Já a melanina contida na pele negra é diferente das demais raças, no se refere à qualidade e a quantidade, podendo ser considerada um dos fatores que protegem a pele contra as agressões do meio ambiente", explica a médica.

Já a pele do asiático, assim como a de mulatos, apresenta fototipos mais altos, segundo a classificação (abaixo), feita pelo médico americano, Thomas Fitzpatrick, da Escola de Medicina de Harvard. Além disso, esses tipos de pele têm o aumento da pigmentação natural, que protege a camada cutânea diante de inúmeras inflamações. O estudo determinou um tipo de classificação para cada pele, baseado na quantidade de melanina existente na pele e cabelos, e conforme a reação da pele à irradiação ultravioleta.
 

Não é mito que a pele branca é a mais propensa a apresentar sinais de envelhecimento, como rugas e sulcos


Estudo de Fitzpatrick

- Pele muito clara sempre queima, nunca bronzeia

- Pele clara sempre queima e, algumas vezes, bronzeia

- Pele menos clara algumas vezes queima e sempre bronzeia

- Pele morena clara raramente queima e sempre bronzeia

- Pele morena escura, nunca queima e sempre bronzeia

- Pele negra, nunca queima, sempre bronzeia

Tratamento

Da mesma maneira que os tipos de pele reagem de formas diferentes, as áreas que serão tratadas devem ser distintas e individualizadas, de acordo com a cirurgiã plástica. "Para amenizar as rugas da pele branca é recomendada a aplicação de toxina botulínica tipo A e o preenchimento com ácido hialurônico para melhorar os sulcos, e outros tratamentos. Já para a pele asiática, é indicada a toxina botulínica para corrigir os pés de galinha e aumentar a abertura dos olhos, além do preenchimento para os lábios e maçã do rosto.", assinala a médica.

A pele negra necessita de tratamento especial na região entre as sobrancelhas, com a aplicação de toxina botulínica, preenchimento e até cirurgia. "O tratamento do sulco que marca demais a face negra, pode ser tratado com preenchimento com ácido hialurônico na região malar e nos sulcos", finaliza a cirurgiã.

Características da pele

Raça Branca – propensão às manchas é de pouca à a moderada e a espessura varia de fina à grossa – Estrutura marcante: nariz e região malar.

Raça Asiática – mancha facilmente e tem espessura moderada – Estrutura marcante: região malar e lábios.

Raça Negra – mancha moderadamente e tem espessura grossa – Estrutura marcante: lábios.

Características da face

Raça Branca – rugas de moderada à grande intensidade; queda de estruturas da face (maçãs do rosto), sulco nasogeniano profundo, bigode chinês e excesso de pele na mandíbula.

Asiática – rugas discretas na região dos pés de galinha; olhos ficam menores pela queda da pele na região palpebral; manchas por fotoenvelhecimento, lábios "murcham", perfil fica plano; discreta queda de estruturas da face, bigode chinês e excesso de pele na mandíbula.

Raça negra – rugas profundas na região entre as sobrancelhas; sulco nasogeniano profundo; região superior da face tem aspecto de envelhecimento mais acentuado; discreta queda de estruturas da face, bigode chinês e excesso de pele na mandíbula.

*Fonte: Carruthers, JD, Glogau, RG et als. Plastic Reconstruct Surg, www.rugasnuncamais.com.br

Estudo liga infidelidade masculina a QI mais baixo

Homens que traem as esposas e namoradas tendem a ter QI mais baixo e ser menos inteligentes, segundo um estudo publicado na revista especializada Social Psychology Quarterly.

De acordo com o autor do estudo, o especialista em psicologia evolutiva da London School of Economics, Satoshi Kanazawa, "homens inteligentes estão mais propensos a valorizar a exclusividade sexual do que homens menos inteligentes".
 

Homens que não traem as mulheres seriam mais 'evoluídos', diz estudo
Kanazawa analisou duas grandes pesquisas americanas a National Longitudinal Study of Adolescent Health e a General Social Surveys, que mediam atitudes sociais e QI de milhares de adolescentes e adultos.

Ao cruzar os dados das duas pesquisas, o autor concluiu que as pessoas que acreditam na importância da fidelidade sexual para uma relação demonstraram QI mais alto.

De acordo com o estudo, o ateísmo e o liberalismo político também são características de homens mais inteligentes.

Evolução

Kanazawa foi mais longe e disse que outra conclusão do estudo é que o comportamento "fiel" do homem mais inteligente seria um sinal da evolução da espécie.

Sua teoria é baseada no conceito de que, ao longo da história evolucionária, os homens sempre foram "relativamente polígamos", e que isso está mudando.

Para Kanazawa, assumir uma relação de exclusividade sexual teria se tornado então uma "novidade evolucionária" e pessoas mais inteligentes estariam mais inclinadas a adotar novas práticas em termos evolucionários – ou seja, a se tornar "mais evoluídas".

Para o autor, isso se deve ao fato de pessoas mais inteligentes serem mais "abertas" a novas ideias e questionarem mais os dogmas.

Mas segundo Kanazawa, a exclusividade sexual não significa maior QI entre as mulheres, já que elas sempre foram relativamente monogâmicas e isso não representaria uma evolução.

Existe vida após a separação: o amor próprio

Dia 27 de abril do ano passado, a escritora Andrea Cals perdeu seu marido, vítima de infarto. Para aguentar a barra pesada ela começou a escrever o blog “A Viúva Verde”. A história de Andrea foi escolhida para abrir essa matéria porque ao longo do ano é possível perceber como foi trabalhando o seu amor próprio após a perda do seu amor. Leia alguns trechos abaixo comparando o antes e o depois.
  • Getty Images Alimentar o seu amor próprio é a melhor maneira de se valorizar, com ou sem alguém ao lado
Julho de 2010
"Tenho muita saudade, muita saudade do Zé. O que só a gente sabia; as coisas que só ele sabia de mim. Sinto muita falta do que só ele entendia ou do que não entendia, mas que só ele sabia que existia em mim. Saudade dos meus defeitos apontados, de como ele conhecia minhas coisas ruins, as chatas.

Acho que a ausência do Zé me traz a falta de mim também. Aquela que eu era com ele já não existe mais e eu sinto falta dela. Eu sinto muito que todos os nossos momentos musicais tenham chegado ao fim e sei que nunca vou encontrar alguém que encontre em mim a música que o Zé encontrou."

Janeiro de 2011
“Saí da minha casa, o paraíso do Zé, como ele sempre dizia. Bati em retirada, num momento em que parecia não ter outra opção a não ser me mandar. Aluguei a única casa que havia visto, por telefone e em uma semana nos mudamos todos. Eu? Estou caminhando na raça. Em alguns momentos eu tenho a certeza e a tranquilidade de perceber que fiz a coisa certa. Mas sinto muita saudade da minha casa que não sinto ainda que seja esta onde estou agora.

Planos pessoais de trabalho em andamento. Quando eu puder conto mais sobre isso. Paralelamente, busco um trabalho normal, algo que possa chamar de um bom emprego, onde eu possa ganhar dinheiro e fazer um trabalho gratificante ao mesmo tempo. Eu disse um BOM emprego. Hahaha.”

Em busca do amor próprio
Sim, Andrea está virando o jogo aos poucos. Mas por que para tantas pessoas é tão difícil encontrar o amor próprio quando estão sozinhas ou após uma separação? O psiquiatra Leonard Verea explica: “O grande segredo é que nós devemos aprender a ser um pouco egoístas. Culturalmente, a criança ouve muito mais ‘não’ do que ‘sim’ e ela não consegue aprender a usar esta palavra porque, aparentemente, absorve que  ‘não’.

Mas não é bem assim. O egoísmo muitas vezes é uma fonte de energia e de sobrevivência para nós. Estou me referindo ao egoísmo saudável para o crescimento, e não ao ‘tóxico’, em que o ‘não’ é para prejudicar os outros”.

Na visão de Leonard, outro erro é achar que a gente só se ama quando é amada. “Amar é se dar. A partir do momento que você está preparada para se dar, principalmente para você mesma, está para pronta atrair e receber. Você alimenta seu amor próprio porque começa a conviver numa atmosfera de amor, vai se respeitando, se valorizando, percebe que nada daquilo que faz é em vão. Não há situação ‘após-o-amor’, porque você o vive constantemente, com ou sem alguém ao lado”.

Quatro atitudes para cultivar o amor próprio 
Preste atenção às dicas do psiquiatra Leonard Verea e da mestre de ioga Regina Shakti:

1. Viva o momento de agora. Pare alguns instantes para questionar: “O que eu quero?”

2. Quando acabar um relacionamento, pense de forma positiva. Pense no que será que virá de melhor. Abra os braços e o coração para receber.

3. Se estiver sozinha, pare de se lamentar e tire a venda dos olhos. Quando tiver uma visão mais ampla do mundo e do amor, os pretendentes vão se aproximar.

4. Acorde a alma! Cantar e dançar ajusta os humores, eleva a consciência, fortalece o emocional e melhora tudo, não só o amor próprio, mas tudo em volta.

O que as internautas pensam
“O caminho da própria felicidade não é responsabilidade do outro, e sim nossa! Temos de regar todas as nossas flores que necessitam de cuidados.” – Meire

“Desde a minha terapia desta semana estou cuidando e gostando mais de mim, e já acertei uma pequena viagem para alguns dias de férias. Ou seja, se eu quiser, posso ser feliz comigo mesma!” – Dinah

”Amor próprio!! O nome já diz tudo: o que você sente ou como você se sente em relação a você! Se alguém ‘joga’ a sua autoestima na lama, esse alguém só pode ser você!” – Iria Bastos

"Ontem levei um pé na bunda catastrófico, que foi para fechar com chave de ouro todo um ciclo que eu me esforcei até o último instante para dar certo, mas é como dizem: não existia reciprocidade. Sei que toda a humilhação e desprezo que recebi se deve à abertura que dei.

Eu deixei que fizessem isso comigo, mas eu precisava levar o pé na bunda que levei ontem para conseguir sair dessa... O que importa é que agora sei do meu valor, tenho amor próprio e, apesar da humilhação que sofri, sairei dessa!” – Tatá

Sem medo de ser sozinho

 

  • É ótimo, sim, encontrar nossa cara-metade, mas também é possível ser feliz sozinho
    É ótimo, sim, encontrar nossa cara-metade, mas também é possível ser feliz sozinho
A sociedade impõe, implícita ou explicitamente, que para ser feliz é preciso ter alguém. A mensagem está nas novelas, nas músicas, nos filmes, nos comerciais. Mas, e as pessoas que ainda não encontraram a sua tampa da panela? Estão condenadas à rejeição, à tristeza, a fazer parte das mesas das crianças nas festas de casamento?

Segundo os especialistas, um relacionamento amoroso, é claro, só acrescenta à existência. Para a psicóloga Roseana Ribeiro, do Rio de Janeiro, encontrar a cara-metade é necessário não para ser feliz, mas para viver bem de acordo com a nossa natureza. Ela avisa que o encontro não é uma façanha fácil, mas nada é impossível se estivermos abertos aos bons encontros.

Há uma cultura, velada,
de dependência emocional,
ou seja, a sociedade nos faz acreditar que
a felicidade está em conviver com alguém.
Essa pressão pode estar relacionada à
necessidade de se constituir famílias

A especialista destaca, porém, que existe uma diferença gritante entre “estar sozinho” e “estar solitário”. “Estar solitário é viver com uma lacuna por preencher, é estar perdido em si mesmo, sem esperança de um dia melhor. Não é um estado que escolhemos, é um estado que decorre de uma série de questões. Uma delas pode ser a frustração de ter perdido ou o medo de perder o que nem existe ainda. Há os que preferem a sensação dormente da solidão à dor de tentar acordar para a vida”, teoriza. Já estar sozinho é estar consigo mesmo e, ao mesmo tempo, aberto para novos encontros.

“O importante é que a pessoa não concorde com este estado, mas aceite”, conclui Roseana. Isso evita, por exemplo, o isolamento. “Por mais incrível que pareça, sozinho também pode ser estar na companhia de apenas uma pessoa: por exemplo, a própria pessoa”, argumenta Paulo G. P. Tessarioli, psicólogo com título de especialista em sexualidade humana, de São Paulo.

“Quando se diz: ‘quero ficar sozinha’, provavelmente, a pessoa está querendo dizer que quer ficar a sós com ela mesma. É possível também ficar sozinha com alguém. Para mim, solitário é aquele indivíduo que prefere o isolamento e que, muitas vezes, se aborrece com os outros, ou que frequentemente critica as pessoas e até mesmo a sociedade e sai de cena, não convive com os demais, com os seus semelhantes”, opina.

Fora de controle
Ou seja, é possível ser feliz sozinho, sim; tudo depende da maneira com que a pessoa encara isso, pois há quem apele, mesmo sem perceber, para mecanismos de fuga. Um dos riscos mais comuns é extravasar o afeto cuidando de um bichinho de estimação.

“Ter animal de estimação é fantástico e traz muita alegria para o lar. Entretanto, nada melhor do que gente como a gente para que possamos evoluir, não é? Como evoluir se não trocar ideias, mudar de ideia e discutir com alguém?”, pondera a psicóloga Roseana Ribeiro.

“Na maioria dos casos, essas relações ultrapassam as fronteiras do imaginário, transformando animais em pseudo-seres humanos, ou seja, os tais animais passam a ter um status humano e são vistos como tal. É importante que se diga: tratar bem os animais de estimação é uma obrigação de quem os quer por perto, mas animais não são seres humanos”, ressalta o psicólogo Paulo Tessarioli.

Outro perigo de quem vive sozinho – principalmente de quem mora só – é adquirir um monte de manias, como organizar tudo de um jeito metódico ou simplesmente não arrumar nada e deixar a casa uma verdadeira bagunça.

Cobranças
 Já quem é bem resolvido com a escolha (ainda que involuntária) de estar “avulso” tem de lidar, em geral, com as cobranças alheias – como a da tia idosa que sempre pergunta à sobrinha quando vai casar ou, pior, “desencalhar”. A pressão familiar, de acordo com Paulo Tessarioli, é um reflexo do comportamento típico de nossa sociedade.

“Há uma cultura, velada, de dependência emocional, ou seja, a sociedade nos faz acreditar que a felicidade está em conviver com alguém. Essa pressão pode estar relacionada à necessidade de se constituir famílias. Porém, hoje, não faz mais sentido algum. Infelizmente, penso que vai demorar um pouco para que isso mude.” A dica é não se irritar com perguntas inconvenientes.

A cobrança dos amigos também deve ser encarada com naturalidade. Toda escolha tem seu preço. “Vale ressaltar que estar sozinho é uma escolha que muitas vezes está na contramão do que se espera socialmente de mulheres e homens. Esperar que as pessoas, de um modo geral, entendam e até apóiem essa escolha é querer demais”, diz Paulo.

Por isso, nada de temer passar recibo de “vela” se for convidado (a) a participar de um jantar ou balada em que só vão casais ou de fugir de situações em que a turma quer apresentar alguém especial. A melhor forma é tratar esse assunto com descontração. Caso já tenha se convencido de que não existe pessoa perfeita e que só se conhece alguém, realmente, a partir da convivência, você nem vai se incomodar com as interferências alheias.

Para finalizar, nem sempre quem está rodeado de gente está bem acompanhado ou se sente assim.

“Muitas vezes a pessoa em questão pode estar fechada a relacionamentos ou está emocionalmente pouco acessível, numa posição defensiva, o que dificulta que qualquer pessoa, mesmo que bem intencionada, se aproxime. Sabe aquela máxima de que não existe ninguém interessante? Difícil?

Por mais incrível que pareça, é mais fácil se justificar dessa forma do que olhar para dentro de si mesma e buscar respostas para o que está acontecendo”,

Adeus CD Velho, Feliz Vinil Novo


A geração criada com toda tecnologia do
mundo moderno descobre os prazeres
dos discos LP




Em meio a crise de vendas de CD e aumento dos downloads gratuitos, uma das únicas boas surpresas para os executivos da música em 2011 vem de uma mídia inesperada e, para muitos, acabada há anos. O fato, observado nos últimos anos, é que um número cada vez maior da chamada 'geração MP3' está comprando, além de iPods, novos toca-discos - ou limpando a poeira daquele dos seus pais - e aumentando a sua própria coleção de vinis, fazendo os discões rodarem por mais uma vez.


Uma reportagem da revista Times publicada no ano passado chamou a atenção da nova mania, cada vez mais comum nos corredores de Harvard: a reunião de jovens nos dormitórios para ouvirem e trocarem informações sobre seus LPs.


Percebendo essa movimentação, as gravadoras americanas não perderam tempo em investir na moda. Artistas internacionais já lançam simultaneamente no mercado o CD, o vinil e o podcast digital de seus últimos álbuns, potencializando a venda para todos os gostos musicais, seja para aquele que preza pela portabilidade ou pela qualidade sonora.


Além disso, as capas dos novos vinis são cuidadosamente desenhadas, e o design moderno do disco - que não é mais exclusivamente redondo, vindo em formato de coração ou triangular - busca atingir o público mais jovem. ''Eu acredito que, em termos qualitativos, tudo o que você pode fazer hoje no vinil também pode gravar em uma mídia digital'', afirma o músico e produtor musical João Vidotti, que enxerga que o afeto dos consumidores com o vinil vai além da sua sonoridade. ''Para o fã da banda, ter o vinil é algo especial. Em uma época em que a música perdeu sua materialidade, acho que isso é o que mais conta'', reflete o músico.


Tudo indica que o barulho de uma nova velha onda está ressoando no ar: em 2009, a loja online da Amazon declarou ter feito um estoque de mais de 250 mil discos de vinil por causa do aumento na procura dos velhos bolachões. No ano passado, foram estimadas as vendas - a maioria em lojas de música alternativa e em sebos - de 2,5 milhões de LPs ao redor do mundo, um aumento de 33% em relação a 2009. Qual é a explicação para esse saudosismo musical, em plena era da música online? ''Tem muita gente que vai dizer que se trata do som. Para mim, o que faz a diferença é o ritual que envolve o LP'', explica Carlos Guilherme Fortes, conhecido pelos amigos como Fofão, e que possui uma coleção modesta, mas valiosa, de LPs antigos. ''Eu sou rato de sebos, algumas vezes eu gasto uma tarde procurando os sons em vinil que eu gosto'', admite.


O estilo musical mais apreciado pelos consumidores do vinil também indica uma tendência divergente do senso comum com os campeões de venda. Nada de NXZero e Justin Bieber - entre os LPs mais vendidos estão lançamentos do Radiohead e de Wilco, além dos clássicos de Beatles e Pink Floyd. No Brasil, a tendência é seguida pelo lançamento do novo álbum da Pitty e o relançamento de 'Cabeça Dinossauro', clássico do Titãs. ''Hoje o mundo tem apenas singles e sucessos únicos, e é difícil encontrar discos conceituais. No vinil, o lado A tem uma função e o lado B tem outra, é uma percepção diferente da música'', analisa Fofão, que tem entre os discos preferidos da sua coleção as obras de Charles Mingus e de John Coltrane.


O fato é que, no período entre 2008-2010, a Indústria musical vendeu 30% a menos em CDs e, no mesmo período, houve um aumento de 47% na venda de discos de vinil. Ainda que, em números absolutos, as vendas não representem grande coisa no orçamento, ela pode apontar o início de uma nova tendência musical. ''Os CDs foram substituídos pela troca de arquivos online, os discos estão na moda outra vez porque não têm substitutos, e são muito mais bonitos de colocar na estante'', brinca Fofão, destacando a mobilização em volta do toca-discos como outro ponto importante. ''É, acima de tudo, uma experiência comunitária. É comum eu me reunir com amigos só para ouvir músicas. Cada um traz seu LP preferido e uma caixa de cervejas. A noite está feita'', completa. O universo das tendências continua imprevisível, e o mundo vai girando como um bom e velho vinil.

Tina Turner Simply The Best Live 2009

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Biografia Led Zeppelin ( Biography Led Zeppelin TVrip)

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Sinopse :

Led Zeppelin foi uma banda britânica de rock, formada em setembro de 1968, por Jimmy Page (guitarra), John Bonham (bateria e percussão), John Paul Jones (baixo e teclado) e Robert Plant (vocalista e gaita). O grupo foi um dos mais populares na década de 1970 e da história do rock. Célebre pela sua inovação e por ser um dos criadores do heavy metal, a banda também incorporou elementos de gêneros como rockabilly, reggae, soul, funk, jazz, entre outros. Seus álbuns venderam mais de 300 milhões cópias em todo o mundo, (incluindo 109 milhões de vendas nos Estados Unidos). Foram também os únicos a colocar todos seus álbuns no Top 10 da parada norte-americana Billboard. Desde a morte do baterista John Bonham, em 1980, que colocou fim da banda, o Led Zeppelin reuniu-se em ocasiões especiais. A primeira delas foi em 1985 quando participaram do concerto beneficente Live Aid – com Phil Collins e Tony Thompson (Chic) na bateria. Três anos depois, com Jason Bonham na bateria, tocaram no aniversário de 40 anos da gravadora Atlantic. Em 10 de dezembro de 2007, os três membros originais do Led Zeppelin e Jason Bonham reuniram-se para um tributo a Ahmet Ertegün, fundador do selo Atlantic (morto em 2006), na O2 Arena, em Londres.

Informações Técnicas :

Título no Brasil:Biografia Led Zeppelin
Título Original: Biography Led Zeppelin / A to Zeppelin: The Led Zeppelin Story
País de Origem: EUA
Gênero: Documentário
Tempo de Duração: 45 minutos
Ano de Lançamento: 2004
Direção: Mark McLaughlin / Lou Reda Productions

Tamanho do Arquivo : 433 MB
Qualidade do Vídeo : DVDrip ( 10 )
Idioma do Audio : Inglês e Português ( Dublado )

domingo, 23 de janeiro de 2011

Te Cuida Coração


Já cansei de avisar,
pro meu coração
Tomar cuidado com essa paixão
Amor quando é demais,
é um campo minado
Se explodir um adeus,
coração sai machucado

Amor é bonito,
é gostoso
Mas é perigoso,
tem que saber amar
Ficar sem amor,
não consigo
Sei que é um perigo,
posso me machucar

Vai com calma coração
Te cuida com essa paixão
O amor é lindo e gostoso
Mas é perigoso
Te cuida coração

Coração apaixonado,
só quer amor
Não tem medo de nada
Não sabe o que é certo
Não sabe o que é errado
Só quer amor,
coração apaixonado...

Lembras-te...


Lembras-te de todos os momentos?
De todos os beijos?
De todas as noites?

Lembras-te das tristezas?
E das alegrias?
Lembras-te das despedidas?
Lembras-te dos pesadelos e dos sonhos?

Lembras-te das esperas?
E dos atrasos?
Lembras-te dos abraços?

Lembras-te de todos os dias,
de todas as horas,
de todos os minutos?

Lembras-te de mim?
Como eu era?
Como nós eramos?
Lembras-te de nós quando ainda não existíamos?

Eu lembro-me de ti,
de te ver antes de tu me veres.
De ouvir conversas de longe
para perceber o teu nome.

Lembro-me do primeiro beijo.
Lembro-me da primeira mensagem.
Lembro-me do dia e da hora que me disseste
que querias ficar perto de mim.

Lembro-me de cada hora que chorei por ti,
e de todas as horas que me fizeste rir.

Lembro-me de te virar as costas.
Lembro-me de me afastar de ti.
Lembro-me de ficar paralisado,
à espera que chegasse a hora.

A tua hora.
A hora de me vires buscar.

E vieste.
E o tempo deixou de ser decrescente.
Agora conto cada minuto e junto-os aos
minutos felizes que fazem
parte da minha história.
Acertamos as horas e os passos,
deixamos de ser desconexos.

Não sei como conseguimos.
Não sei se fizemos tudo certo.
Não sei se fomos sempre justos.
Não sei ao certo se era certo ser assim.

Sei que houve uma hora
num chat qualquer
que nos cruzamos.

E sei que ficamos horas por lá
a inventar histórias.

Agora perdemo-nos,
como fazíamos antes.
Mas já não estamos sozinhos.

Tens me para sempre do teu lado.
Em todas as horas,
minutos e segundo que me quiseres.

Para sempre...
Pois para sempre é sempre que quisermos.

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A Marca do Amor


Um menino tinha uma cicatriz no rosto, as pessoas de seu colégio não falavam com ele e nem sentavam ao seu lado.


Na realidade, quando os colegas de seu colégio o viam franziam a testa devido à cicatriz ser muito feia.


Então a turma se reuniu com o professor e foi sugerido que aquele menino da cicatriz não freqüentasse mais o colégio, o professor levou o caso à diretoria do colégio.


A diretoria ouviu e chegou à seguinte conclusão:


Que não poderia tirar o menino do colégio, e que conversaria com o menino e ele seria o ultimo a entrar em sala de aula, e o primeiro a sair, desta forma nenhum aluno via o rosto do menino, a não ser que olhassem para trás.


O professor achou magnífica a idéia da diretoria, sabia que os alunos não olhariam mais para trás.


Levado ao conhecimento do menino da decisão ele prontamente aceitou a imposição do colégio, com uma condição:


Que ele compareceria na frente dos alunos em sala de aula, para dizer o por quê daquela CICATRIZ.


A turma concordou, e no dia o menino entrou em sala dirigiu-se a frente da sala de aula e começou a relatar:


- Sabe turma eu entendo vocês, na realidade esta cicatriz é muito feia, mas foi assim que eu a adquiri:


- Minha mãe era muito pobre e para ajudar na alimentação de casa minha mãe passava roupa para fora, eu tinha por volta de 7 a 8 anos de idade...
A turma estava em silencio atenta a tudo.


O menino continuou: além de mim, haviam mais 3 irmãozinhos, um de 4 anos, outro de 2 anos e uma irmãzinha com apenas alguns dias de vida.


Silêncio total em sala.


-... Foi aí que não sei como, a nossa casa que era muito simples, feita de madeira começou a pegar fogo, minha mãe correu até o quarto em que estávamos pegou meu irmãozinho de 2 anos no colo, eu e meu outro irmão pelas mãos e nos levou para fora, havia muita fumaça, as paredes que eram de madeira, pegavam fogo e estava muito quente...


Minha mãe colocou-me sentado no chão do lado de fora e disse-me para ficar com eles até ela voltar, pois minha mãe tinha que voltar para pegar minha irmãzinha que continuava lá dentro da casa em chama.


Só que quando minha mãe tentou entrar na casa em chamas as pessoas que estavam ali, não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha, eu via minha mãe gritar:


- " Minha filhinha está lá dentro!"


Vi no rosto de minha mãe o desespero, o horror e ela gritava,
mas aquelas pessoas não deixaram minha mãe buscar minha irmãzinha...


Foi aí que decidi:


Peguei meu irmão de 2 anos que estava em meu colo e o coloquei no colo do meu irmãozinho de 4 anos e disse-lhe que não saísse dali até eu voltar.


Saí de entre as pessoas, sem ser notado e quando perceberam eu já tinha entrado na casa.


Havia muita fumaça, estava muito quente, mas eu tinha que pegar minha irmãzinha, eu sabia o quarto em que ela estava.


Quando cheguei lá ela estava enrolada em um lençol e chorava muito...


Neste momento vi caindo alguma coisa, então me joguei em cima dela para protegê-la, e aquela coisa quente encostou-se em meu rosto...


A turma estava quieta atenta ao menino e envergonhada então o menino continuou:


-"Vocês podem achar esta CICATRIZ feia, mas tem alguém lá em casa que acha linda e todo dia quando chego em casa, ela, a minha irmãzinha me beija porque sabe que é marca de AMOR".


Vários alunos choravam, sem saberem o que dizerem ou fazerem,
mas o menino foi para o fundo da classe e imovelmente sentou-se.


Para você que leu esta história, queria dizer que o mundo está cheio de CICATRIZ.




Não falo da CICATRIZ visível mas das cicatrizes que não se vêem,
estamos sempre prontos a abrir cicatrizes nas pessoas, seja com palavras ou nossas ações.


Há aproximadamente 2000 anos JESUS CRISTO, adquiriu algumas CICATRIZES em suas mãos, seus pés e sua cabeça.


Essas cicatrizes eram nossas, mas Ele, pulou em cima da gente,
protegeu-nos e ficou com todas as nossas CICATRIZES..


Essas também são marcas de AMOR.


Jesus te ama, não por quem você é,
mas sim pelo que você é, e para Jesus você é a pessoa mais importante deste mundo.


Nunca se esqueça disso!

Casa bagunçada? Descubra como manter tudo no lugar

Organização é boa não só para a harmonia dos ambientes
mas também para facilitar a rotina do dia-a-dia.
Confira dicas de personal organizer


Começo de ano é sempre um momento propício para limpar as gavetas e os armários. Para ajudar nesta árdua tarefa, a personal organizer, Ciça Gut, dá as dicas para quem está enfrentando o verdadeiro caos em casa. Para animar os mais preguiçosos, Ciça frisa que o ato de organizar não é só para os neuróticos e sim um facilitador para a rotina. Vamos por ambientes:


Quartos


Armários - Nos cabides a regra para não errar é a de separar as roupas em grupos. Camisas de manga longa, camisas de mangas curtas, vestidos, paletós, casacos, calças e saias ordenando as cores de cada item. "O ideal é que os cabides tenham uma cor neutra e que sejam do mesmo tamanho. Organizando em cores, das mais claras para as mais escuras, assim é possível garantir um visual de loja na sua própria casa", afirma Ciça.


Se tiver espaço outra dica é o de setorizar as peças de acordo com o seu estilo de vida ou ocasiões, por exemplo, separar as roupas de trabalho, reuniões das roupas mais descontraídas para usar aos finais de semana.


Gavetas – Nas pequenas gavetas guarde as peças menores, no caso de roupas íntimas, por exemplo, a forma de dobrar interfere bastante na praticidade. De acordo com a especialista o ideal é que as calcinhas e cuecas sejam dobradas em formas de envelope e guardadas em pé na gaveta. "A gaveta de roupas íntimas pode se transformar num verdadeiro vilão da organização. Calcinhas, sutiãs e cuecas são fáceis de se embaraçar no fundo das gavetas. A dobra em formato de envelope facilita a retirada de qualquer peça sem bagunçar o todo", diz.


Veja o passo a passo:


1. Abra a calcinha ou cueca


2. Vire-a para trás


3. Dobre a ponta esquerda para dentro até fazer uma linha reta


4. Faça o mesmo com a ponta direita


5. Deixe a peça o mais parecido possível com um retângulo


6. Pegue a ponta inferior e dobre por trás.


7. Envolva a ponta que sobrou por dentro do elástico da calcinha ou cueca.


8. Guarde-as em pé na gaveta, virada par a frente


De acordo com a especialista os sutiãs devem ter um espaço ou gaveta separada. Lembrando que os sutiãs de bojo devem ser guardados abertos e enfileirados um no outro de pé para não danificar a peça. Já os sem bojo podem ser dobrados e também colocados em fileira. As meias também devem ser separadas por tecido e cores.


Sapatos - o ideal é que sejam distribuídos em prateleiras, deixando a frente do sapato visível. "Fica esteticamente mais bonito e mais prático de se localizar", complementa Ciça. No caso das botas de cano longo o ideal é que elas sejam colocadas deitadas nas prateleiras um invertido do outro.


"Quem não disponibiliza de muito espaço pode contar com o artifício das caixas organizadoras. É uma ótima opção também para as rasteirinhas. Dependendo do tamanho da caixa é possível até colocar quatro pares juntos.", aconselha a consultora. Nas opções transparentes ou não, é uma forma de não deixar o ambiente desarrumado e em perfeita harmonia.


As caixas organizadoras também são grandes aliadas na hora de organizar o quarto das crianças. "Procure identificar em cada caixa, de preferência com etiquetas, o que contém dentro de cada uma, assim fica mais prático na hora de guardar possibilitando até que a criança guarde tudo sozinha".

Espiritualidade - Consciência de Alma

O Universo Infinito, envolvendo o visível e o invisível, o conhecido e o desconhecido, o objetivo e o subjetivo, o físico, o astral, mental e espiritual, tudo faz parte do Todo, Ser Maior Criador Deus.


Estes aspectos globais da vida sejam eles manifestados em unidades ou na forma de incontáveis núcleos de átomos pertencentes às constelações estelares, todos têm suas próprias esferas de radiações e, portanto seus específicos campos de influência.


Apesar desta característica todos permanecem inter-relacionados, sendo agregados através dos Divinos Raios de Energia, os quais constituem o Universo Etéreo integrando toda a criação em Um Todo, Energia Superior, Ser Maior Criador Deus.


A esfera de influência exercida por essas formas de vida - mineral, vegetal, animal, humana - sejam elas consideradas simples ou complexas, tem sido determinada prioritariamente pela natureza de suas inerentes consciências. É o grau de tais manifestações de consciências que irá mostrar a sensibilidade, responsabilidade, receptividade, radiação ou rejeição.


Vamos então refletir sobre o tema?


A manifestação do estado de consciência está diretamente relacionada tanto ao desenvolvimento atingido, como também na habilidade em reconhecer, registrar e auto identificar-se com as energias envolvidas.


Assim nossa evolução espiritual deverá ser lembrada como um processo progressivo de despertar nossos recursos da Consciência de Alma, coordenando e fundindo os níveis superiores e inferiores, tanto do espiritual como do material.


É com este propósito que a Alma quando na forma humana, se coloca em ação, servindo como veículo para que a consciência passo a passo atinja seu objetivo primordial. Cada Alma humana, tanto as encarnadas, como as que estão temporariamente habitando o mundo etéreo, constituem no seu todo, parte integrante da Consciência Divina da Alma Suprema, Ser Maior Criador Deus.


Nossa centelha individual de consciência enquanto manifestada em forma, nos primeiros estágios de evolução, torna-se desperta para algumas evidências, ou seja, para a individualidade que distingue ela mesma (Alma) do material. Faz sentido?


Alice Bailey (1880-1949) escritora espiritualista nos diz a este respeito: "O objetivo final do desenvolvimento de todos nós seres humanos espirituais será atingir completa autoconsciência, não só no plano físico, como também progressivamente nos planos emocional, mental e conseqüentemente nos sucessivos planos espirituais, até que finalmente o então totalmente incompreensível estágio da consciência cósmica seja atingido."


Consciência de Alma ou Consciência do Ser é a relação entre matéria e espírito, acrescido dos resultados das nossas atividades de aprendizado. Desta forma passa a ser a relação entre Alma e personalidade.


Sensibilidade, conhecimento, inteligência, mente amorosa, são partes integrantes da consciência, refletindo as diferentes esferas da evolução das forças internas, quando nos manifestamos, seja sentindo, pensando, agindo, o que nos coloca dentro da vida. Correto?


Consciência de Alma é pressuposto diretamente associado ao nosso Eu Verdadeiro, o qual nos distingue de outras criações dos reinos da natureza.


Entretanto deverá ser entendido que em todas as formas de criação, sendo um átomo ocorrendo no reino mineral, uma planta no reino vegetal, ou um Ser planetário de outras Galáxias, todos estão caracterizados pela Vida, ou seja, somos seres vivos, dispondo de níveis de consciência. Está claro?


Dr. J. J. Hurtak cientista social norte-americano na obra "O Livro do Conhecimento: As Chaves de Enoch" nos diz: "Alma e Espírito não devem ser entendidos como sinônimos.


Alma é a consciência natural de vida, sem a percepção superior dos mundos anteriores e dos mundos que hão de vir. A Alma precisa passar por muitas formações , transformações ou mesmo renascimentos antes de poder-se entrelaçar com a consciência divina Eu Superior."


Nosso corpo formado por múltiplas associações de átomos e células, pequenas ou grandes, simples ou complexas, é circundado por campos eletromagnéticos, conhecidos como chakras, os quais são produtos de energias constantemente irradiadas.


Estas irradiações de energias constituem de forma simultânea o meio para condução de influências externas, servindo de função dupla - irradiação e recepção - determinando assim o grau de vitalidade, sensibilidade e consciência refletida por nossa vida.


A classificação em diferentes reinos da natureza não explica por completo, os níveis de consciência demonstrados. Por exemplo: Aos nossos olhos de leigos, os minerais poderão não refletir sinais de vida ativa, mas estarão demonstrando seus estados de consciência, ao responderem as condições do clima quanto à temperatura ambiente e nível de umidade.


Esta resposta às condições climáticas é mais evidenciada entre as plantas, mas esta regra é observada como sendo puro instinto. Entretanto este estado de consciência é evidenciado através de modernos equipamentos eletrônicos, os quais identificam que as plantas reagem positivamente às forças etéreas dos humanos amantes de plantas, seja no realce do verde como na beleza das flores e qualidade dos frutos. Ao contrário apresentam reações negativas para aqueles que mostram pouco interesse na vida vegetal.


Portanto a Luz para qual nós seres humanos espirituais temos despertado através da Consciência de Alma, torna-nos mais esclarecidos em relação à nossa ignorância, e através da nossa atração para o bem maior enxergamos a tênue linha divisória entre as vicissitudes que nos direcionam para a tristeza, e de forma simultânea nos permitem visualizar o contraste com a alegria.

TERRA FERIDA

No Planeta, pelo menos 2, 5 bilhões de pessoas foram afetadas por desastres naturais nos últimos dez anos; um aumento de 60% em relação à década anterior, segundo a ONU. O ano de 2010 bateu, praticamente, todos os recordes anteriores e 2011 já se mostra como um forte candidato a superar todas marcas.

O ano que passou foi o mais mortífero desde 1983, quando a seca na Etiópia deixou 300 mil mortos. A média dos últimos 30 anos é de 66 mil mortes por ano.


No Brasil foram aproximadamente 13 milhões de brasileiros na ultima década, incluindo janeiro de 2011, o que nos coloca hoje entre os 10 no ranking dos países mais afetados, vitimas de catástrofes naturais.


Estima-se que até o fim deste século a temperatura média da Terra deverá subir, consideravelmente. Segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM) 2010 foi o ano mais quente desde que há registros. Com temperaturas mais altas, o Planeta vai tornar-se cada vez mais inquieto e o humor da Terra tende a piorar muito.


Exigirá das expressões de vida que pululam o Planeta, capacidade de adaptação em períodos cada vez mais curtos. Este é o custo ambiental do chamado crescimento econômico, do que definimos como civilização.


Diante de uma catástrofe natural, somos, infelizmente, ainda levados a reflexões basicamente religiosas, a acreditar tratar-se de ação divina ou levados a pensar em nível de escatologias apocalípticas, fundamentadas em profecias oriundas de variadas crenças. Geralmente, tais profecias, de fato, nada prevêem e nada acrescentam, sendo convenientemente forçadas a acomodarem-se a eventos já ocorridos.


Dentro do cristianismo, cada nova catástrofe é uma evidência de que o mundo está acabando, a grande tribulação está se aproximando e o grande julgamento está chegando. Os bonzinhos vão ganhar presentes mas quem fez malcriações vai ficar de castigo. Lamentavelmente, a moral e a ética religiosa são ainda meritórias.


Em função, sobretudo, das crenças que nos movem, possuímos ainda muito do comportamento do homem "primitivo" quando, diante das catástrofes climáticas, eram oferecidos sacrifícios, inclusive humanos, na tentativa de aplacar a ira dos deuses.


Hoje, continuamos a nos deixar atrair para os lugares considerados "sagrados", nos rendendo aos recorrentes argumentos vindos dos púlpitos, rádio, televisão, internet, que apontam para o juízo de Deus e a feiúra do diabo. Entretanto, não raras vezes, tais proféticos argumentadores aproveitam para assaltar a carteira dos amedrontados ouvintes.


Afinal, aplacar a ira dos deuses é preciso.


Um dos efeitos positivos é que catástrofes sensibilizam, geram reflexões, oportunizam o debate e a busca de respostas, podendo nos fazer acordar da hipnose na qual geralmente nos encontramos. Digo podendo nos fazer acordar pois, infelizmente, os pensamentos, sentimentos, comportamentos e respostas que produzimos nestas circunstâncias, costumam simplesmente reproduzir programas já instalados no subconsciente.


Não podemos, também, desconsiderar o poder das catástrofes em revelar a luz e as sombras, anjos e demônios, o pior e o melhor que existe em nós. Enquanto há os que se desdobram em compaixão, doação, acolhimento, em gestos de incondicional amor, há os que como abutres e bestas feras aproveitam inescrupulosamente da fragilidade do semelhante. Apropriam-se da generosidade alheia, tomando para si o que deveria contemplar a necessidade de pessoas feridas no bolso, na mente e na alma.


O que fazer face às catástrofes naturais que, ao que tudo indica, tornar-se-ão cada vez mais letais? Creio que precisamos de novas abordagens, outras formas de encarar dantescas situações que transcendam as crenças e comportamentos religiosos usuais.


Em primeiro lugar, entender que Deus é lei e nesta Lei está a Graça; fora dela avolumam-se os sofrimentos. Ou seja, existem inexoráveis leis universais que precisamos compreender e a elas nos adequar e isso nada tem a ver com o humor dos deuses.


Em segundo lugar, precisamos entender que as catástrofes naturais são, muitas vezes, conseqüências de comportamentos antinaturais. Ao nos colocarmos no caminho da natureza, em desarmonia, entramos em rota de colisão com ela.


Em terceiro lugar, se desejarmos continuar a existir no tempo e no espaço, necessário se faz assumir total responsabilidade pelo que acontece neste Planeta. Pesa sobre nós a intransferível e urgente responsabilidade de buscarmos alternativas ecologicamente harmonizadoras. Lembremos que, na proporção em que o crescimento demográfico satura o espaço, diminuem as possibilidades de nos perpetuarmos no tempo.


Em quarto lugar, precisamos aprender a olhar para o Planeta Terra como um ORGANISMO VIVO que ele é.


Há quase dois mil anos atrás São Paulo declarava: "Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora". Parece que a Terra parou de gemer e começou a gritar, parou de suportar e começou a reagir. Como ser vivo, ela se angustia e se alegra, contrai e expande, se movimenta, exala aromas, exibe cores, emite sons, persegue a beleza, a arte, a harmonia e é envolta em mistério e magia.


Neste ORGANISMO VIVO nascemos, reproduzimos e morremos. Para entender a Terra como ser vivo basta observar este condomínio chamado corpo humano.


Sabia que sobre sua pele, neste momento, estão vivendo milhões e milhões de bactérias? Elas nascem, reproduzem-se e morrem, ou seja, passam a vida inteira em seu corpo. Todos nós hospedamos milhões de moradores em nosso corpo, vários deles são imprescindíveis ao bom funcionamento como, por exemplo, os lactobacilos que habitam o intestino.


Alguns pesquisadores afirmam que, no total, existe um número superior a 10 bilhões de bactérias nos habitando, divididas em mais de 200 espécies diferentes. Portanto, não há razão para se sentir sozinho.


Quanto a estes micro-organismos, seria muito pedir a eles que tivessem consciência de que o corpo humano é um organismo vivo. Lembrar-lhes que precisam agir racionalmente e de forma simbiótica, que devem se preocupar com o crescimento numérico excessivo, que farão bem em evitar regiões de risco, ou ainda que não devem devastar e alterar a natureza do corpo onde habitam, para a segurança deles próprios. Entretanto, não exigir de nós mesmos racionalidade, cuidado, preservação, sustentabilidade é absurdo, pois somos a consciência da Terra.


Nosso corpo tudo faz para manter o equilíbrio e a harmonia; não pensemos que a Terra agirá diferentemente. De uma forma de outra, ela se livra dos excessos, do inconveniente.


Convém lembrar que a divindade também habita a natureza e que, portanto, cuidar da Terra é uma bela forma de cultuar o Criador. As mãos que cuidam podem ser mais santas que os lábios que oram. Ao ferir a Terra hoje, estamos produzindo os gemidos e as lágrimas das próximas gerações.

Um outro olhar sobre as relações


A vida é feita de encontros... e desencontros. Aliás, mais desencontros do que encontros. Porém, eles são imprescindíveis em nossa vida. Alguns acontecem de forma breve, num único encontro, onde conhecemos uma pessoa e trocamos algumas idéias e sorrisos ou trocamos olhares e palavras mais agressivas, mas começam e terminam ali mesmo. Outros, independentemente de como começam, são mais duradouros ou "para toda a vida".


Não importa se seja breve ou duradouro, bom ou ruim, cada encontro tem seu significado e importância em nossa vida. Só que nós não conseguimos perceber essa importância, agimos de forma tão mecânica e alheia à realidade, que não estamos atentos o suficiente para percebermos a magnitude do significado de cada encontro.


Algumas pessoas, que encontramos uma única vez, às vezes, são portadoras de "respostas" que estamos buscando há tempos, independentemente se, nessa breve interação, trocamos alegrias ou farpas.


Toda interação contém uma troca energética e é na energia que está contida a realidade do sentido de todos os encontros. Essas trocas sempre nos trazem informações preciosas que nosso Eu Real está tentando nos transmitir, mas não estamos conseguindo captar, e ele busca formas de fazer com que isso aconteça, dentro de suas limitadas possibilidades de expressão. Geralmente, seus esforços são em vão.


O problema é que, por estarmos embotados em nossos sentimentos e sentidos, não conseguimos captar a expressão da divindade do outro, que está sendo emanada em nossa direção, nos trazendo orientação ou um sinal que tanto estamos esperando.


É na sutileza, nas entrelinhas que estão contidas informações preciosas que estamos precisando receber. Mas se estamos presos e entregues à mente racional e sabotadora que nos impede de "enxergar" a magnitude que existe na dinâmica oculta dos encontros, não conseguimos aproveitar a oportunidade e continuamos sem nossas respostas.


Em alguns encontros, a situação pode ser até mesmo de estresse, como por exemplo, numa situação de trânsito, onde possamos sentir muita raiva do outro e vir a trocar ofensas. Mesmo neste contexto, poderão estar contidas nossas respostas.


Apesar de não ser o tipo de interação ideal, trocar ofensas e energia de raiva, isso poderá nos mostrar o quanto somos agressivos e intolerantes. Se tivermos um grau de atenção sobre nós, disposição, responsabilidade e boa vontade, isto poderá nos levar a um olhar para dentro de nós, a buscar uma compreensão do motivo que nos levou a externar tamanha agressividade.


Por trás da agressividade, estarão contidos muitos dos motivos pelos quais contemos raiva, intolerância, dificuldade em lidar com a vida, etc e, também, muitos dos valores do nosso Eu Real, que estão aprisionados por trás dessa negatividade e não tem liberdade de se manifestar.


Se estendermos este mesmo conceito sobre os encontros que se transformam em relacionamentos, poderemos perceber que, nas dificuldades existentes em qualquer relacionamento, estão contidas as oportunidades para o autoconhecimento, pois poderemos aproveitar para nos descobrirmos no outro, usando-o como um espelho para nós, percebendo o quanto somos iguais; ou poderemos observar que nas diferenças e naquilo que não suportamos no outro, significa que contemos esses mesmos aspectos dentro de nós, e é por isso que os abominamos.


Enfim, com as dificuldades, poderemos descobrir quem realmente somos, quais aspectos negativos carregamos, qual é a nossa realidade divina e, se tivermos esse olhar sobre a realidade e preciosidade dos relacionamentos, se nos aprofundarmos de verdade, poderemos descobrir respostas ainda mais preciosas, como por exemplo, o que "viemos fazer nesta vida", qual a nossa missão.


É somente no mergulho para dentro de nós, que encontraremos todas as nossas soluções, verdades e caminhos. Mas, se em uma briga, resolvermos ficar na posição confortável de vítima, sempre apontando os erros e defeitos do outro, sempre nos eximindo de qualquer responsabilidade dentro do que acontece, cobrando mudança do outro, sem reconhecer e aceitar que também devemos mudar, ao invés de usarmos o conteúdo da briga, para nos conhecermos mais a fundo, buscando a nossa responsabilidade dentro do que acontece, estaremos sempre nos mantendo em desequilíbrio e contribuindo para o desequilíbrio do outro.


Claro que não estou incentivando as brigas, mas como elas são inevitáveis até que encontremos o equilíbrio dentro da relação, então deveremos mudar nosso olhar sobre o significado das brigas e das pessoas com as quais convivemos. Passaremos a ver a beleza até mesmo nas dificuldades criadas.


Aprenderemos a nos conhecer e a nos aceitar como somos e, conseqüentemente, passaremos a conhecer o outro mais verdadeiramente e aprenderemos a aceitá-lo em sua totalidade. Conseguiremos enxergar a divindade do outro, mesmo com todas as suas negatividades.


De nada adianta querermos nos afastar das pessoas com as quais temos dificuldades - caso estas pessoas sejam importantes e façam sentido em nossa vida -, pois estas são verdadeiras oportunidades para nosso crescimento e desenvolvimento.


Quanto mais mergulharmos nas profundezas de nosso inconsciente, mais teremos condições de expandir nossa consciência. Em outra linguagem, como forma de expressar este conceito, poderia dizer que: quanto mais descemos em nosso inconsciente, mais subimos em nossa ascensão.


Mas este caminho requer coragem, determinação, humildade, boa vontade e, principalmente, responsabilidade.


E então, você está disposto?

Múltiplos eus, nossa verdadeira constituição


 Somos constituídos por diversos "personagens" sendo que todos estes se tornaram vividos por conta de importantes experiências passadas ao longo da vida. Se você já presenciou a personalidade de alguém, ou mesmo a sua, mudar da água para o vinho e de um minuto para outro, sabe sobre o que estamos abordando.


Existem situações onde perdemos totalmente a conexão com o Eu e nos encontramos literalmente possuídos por aspectos desconhecidos, porém, nossos. Trata-se de identidades provavelmente geradas em momentos difíceis e assustadores do passado permanecendo congeladas no curso das nossas histórias de vida, como se estivessem dentro de bolhas no tempo visando proteger a nossa integridade.


Por não conseguirmos lidar com determinadas situações de vida, pedaços nossos ficam retidos na nossa linha do tempo enquanto o resto de nossa totalidade continua seguindo em frente.
Dentro deste contexto, já notou que um evento aparentemente aleatório pode disparar as mais diversas reações em cada pessoa?


- Já se perguntou sobre quais os motivos dessas situações ocorrerem praticamente em todos nós?


Interessante notar as mais diversas culturas conhecerem este mesmo assunto pelas mais diversas maneiras. Isso por si só já fala de uma verdade que poderia ser concebida como universal aos seres humanos.
Vejam a seguir apenas algumas indicações a respeito.


Sabemos que ao redor do mundo existem inúmeras tribos xamânicas. Elas existem nas regiões brasileiras indígenas, peruanas, nas regiões Russas do Altai, entre outras tantas. Nessas culturas, existe uma modalidade de cura emocional e mesmo de cura para doenças costumeiramente chamada de "Resgate de Alma".


Nesta, o Xamã entende que um pedaço da alma da pessoa em aflição se encontra escondido em algum local e por conseqüência impedindo-a de ter saúde. No procedimento de cura que conheço, o Xamã faz uma viagem psíquica ao interior da pessoa, encontra-se com o pedaço da alma escondido e não atuante na totalidade, negocia para que este volte a fazer parte da alma total do indivíduo mostrando a sua importância para a completude da vitalidade e alegria.


Muitas vezes o resgate é penoso e o pedaço de alma conta sua história e também o motivo pelo qual se mantém exilado e o tempo em que se escondeu. Não poucas vezes este pedaço aparece numa vivência de quando a pessoa era criança, mostrando o lugar onde se esconde, na maioria das vezes por medo.


Algumas vezes o resgate também se dá por algum episódio recente.
Durante o processo, o enfermo permanece deitado ao lado do Xamã e este faz sua viagem resgate até que o mesmo promova cura, libertação e reintegração. Quando o acordo de volta da alma é selado, geralmente o Xamã, num ato simbólico (ou não) sopra o pedaço de alma faltante no topo da cabeça e coração da pessoa. Uma cerimônia sagrada e, na crença xamânica, altamente eficiente.


Outro modo de reconhecer e resgatar esses nossos aspectos traumatizados passa pela área da psicologia, numa analogia de quando aspectos do inconsciente que comandam a cena podem integrar-se de modo saudável na vida. O reprocessamento que o EMDR promove também funciona como uma abordagem altamente competente dentro da psicologia e que ajuda a reprocessar os momentos difíceis que passamos. Será mais explicitado a seguir.


Também a física quântica aborda o tema ao pesquisar sobre universos paralelos nos quais poderíamos coexistir e numa conexão desconhecida, todos os eus seriam afetados ininterruptamente com a qualidade das vivências experenciadas por cada um em sua lâmina de realidade. Ou seja, cada eu seria um aspecto total em si e de algum modo estaria influenciando os outros eus.


A nossa questão refere-se à invasão que estes supostos eus, mediante suas histórias, frequentemente fazem em nossas vidas, muitas vezes ocasionando estragos indesejáveis em condutas reconhecidamente escolhidas e honrados por nós.


Ocorre que quando o eu assustado e congelado na bolha se percebe ameaçado, acaba emanando seus conteúdos emocionais para fora da mesma de modo totalmente desconexo e, pior, sem avisar. Nesses momentos somos invadidos por reações "cegas" que ao nos atravessarem exteriorizam-se de forma desmedida.


Costumam se apresentar pelos excessos ou mesmo pelo medo, acanhamento ou retração. E a incógnita para nós, leigos do real sentido que move estes aspectos, é pensar logo depois e de modo racional o porquê de não conseguirmos frear estes impulsos tão estranhos e paradoxalmente conhecidos.


Nessas ocasiões, dissociados de nós mesmos, aspectos que permanecem paralisados no tempo do sofrimento surgem como fantasmas atuantes no palco de nossas vidas e nenhum de nós esta livre de ser vitima de si mesmo.
Todos passaram experiências de difícil digestão. Por conta disso, paralisamos e congelamos estes Eus em meio às historias e entendimentos da realidade de modo disfuncional, associando crenças irracionais exatamente pela visão distorcida que situações de trauma promovem.


A pergunta que fica é: - Como tratar dessas possíveis possessões de nós para nós mesmos quando ficamos totalmente descontrolados? E o pior é sabermos que fatalmente essas situações se repetirão em nossas vidas se não tomarmos alguma atitude... E que atitude poderia ser esta quando inúmeras vezes custamos a acreditar que fomos nós mesmos que agimos de modo violento, agressivo, ou mesmo nos esquivando quando supostamente deveríamos ter agido?


Dificilmente, temos noção exata sobre o que do mundo externo dispara em nós determinadas reações emocionais e irracionais. Quando compreendemos, mesmo assim, há dificuldades em acessar chaves de transformação interior.


Na abordagem do EMDR (busque mais explicações sobre em outros artigos meus sobre EMDR) podemos acionar e trabalhar esses "Eus" negociando com eles, na real possibilidade de libertá-los de situações difíceis.
Por intermédio do EMDR, o Eu consciente, numa atenção dual consegue entrar em contato com estas estâncias sofridas reprocessando conteúdos congelados que ressurgem sem aviso prévio e em nome da sobrevivência de algum momento antigo...e desconectado com a realidade total do momento presente.
Dá o que pensar, não é?


Uma das nossas metas existenciais refere-se a conquistarmos o status de sermos de verdade senhores de nós mesmos, movidos por uma completude de experiências saudáveis.


Desejo que todos nós possamos usufruir da vida em meio aos seus supercoloridos tons. Que possamos sair dos lugares que nos paralisam com a maestria de quem realmente participa. E que possamos nos sentir literalmente VIVOS!


Tenha o EMDR como um dos caminhos possíveis.
Oriente-se e seja feliz. 2011 - Escolha ser este, o Ano da sua transformação. Aproveite!


Silvia Malamud

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