sábado, 19 de novembro de 2011

Aos poucos...


Depois de um tempo afastado,
sem motivação,
inspiração
estou voltando...

Encontrei este remédio que estava perdido
a longos 25 anos
em quase 2 horas no telefone ontem...

Ainda é dia,
12:52 hrs
e gosto de postar no silêncio da madrugada,
minha musa inspiradora,
meu mundinho...

Agora voltando feliz
a fazer o que gosto
e para quem gosto...

Sou contra auto-medicação,
mas neste caso se faz necessário
e faz muito bem...

Passiflora e Valeriana,
calmantes natural
que mando manipular...

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Cuida de mim...


Meu amado dono:

Minha vida deve durar entre 10 e 15 anos, já estou com alguns anos.
Qualquer separação é muito dolorosa para nós.
Não fique zangado por muito tempo e não me prenda em nenhum lugar como punição.
Você tem seu trabalho, seus amigos e suas diversões.

EU SÓ TENHO VOCÊ!

Fale comigo de vez em quando.
Compreendo muito bem o seu tom de voz e sinto tudo o que você está dizendo.
Ficará gravado em mim para sempre, jamais esquecerei.
Antes de me bater por algum motivo, lembre-se que tenho dentes
que poderiam feri-lo seriamente, mas que jamais vou usá-los em você.
Jamais!
Antes de me censurar por estar preguiçoso ou teimoso,
veja antes se há alguma coisa me incomodando.
Talvez eu não esteja me alimentando bem.
Posso estar resfriado ou, ainda, meu coração pode estar ficando mais fraco…
Cuide de mim quando eu ficar velho e cansado
– Por favor NÃO ME ABANDONE!
Tudo é mais fácil para mim com você ao meu lado.
Me ame, pois independente de qualquer razão,
eu lhe amarei para sempre!

Ah se todo ser humano fosse como um lindo cachorro!

sábado, 4 de junho de 2011

Silêncio...


"As vezes o silêncio fala mais,
diz coisas que jamais
as palavras poderiam dizer.
Você apenas precisa aprender
a escutar a sua consciência
e olhar com o coração.
Quase sempre a expressão
mais linda vem do silêncio
quando as palavras
ainda não falaram..."

terça-feira, 31 de maio de 2011

Você...


“Tomei raiva de você”.
Mas nem foi raiva,
vejo isso agora.
É só tristeza mesmo.
“Tomei tristeza de você”.
.

Pessoas...


"Tem gente que carrega nos olhos,
o brilho das estrelas.
Nos lábios um imenso sorriso...
Na alma a luz do sol e um coração repleto de bondade…
Estas pessoas eu chamo de simplicidade.
Gosto de gente simples assim,
aquelas de bom dia,
boa tarde e boa noite,
quando nos falam sentimos abraçados por elas,
porque tecem palavras de conforto.
Por onde passam espalham luz
e trazem consigo o rótulo de humildade.
Ao lado delas somos importantes.
Elas nos fazem sentir gigantes.
Pessoas de personalidade,
porque a verdade só tem um jeito de “ser”.
São tão especiais,
que quando estão longe,
a gente quer por perto,
quando estão perto a gente as quer pra sempre.
Gosto de gente “simples assim”

Não...


"Não deixe que a saudade sufoque,
que a rotina acomode,
que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino
e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando,
fazendo que planejando,
vivendo que esperando porque,
embora quem quase morre esteja vivo,
quem quase vive já morreu."

sábado, 28 de maio de 2011

Procura-se a solidão


Tem os que se queixam de solidão…
Eu preciso dela, preciso de horas minhas, solitárias.
Ah… como solidão faz bem!
Sei que com essa afirmação corro o risco de você que está
lendo pensar que não sou uma PESSOA normal, mas sou sim, ou melhor, penso que sou.
Afinal, não queimo dinheiro e menos ainda tomo banho vestido, falar comigo, isso falo, será loucura?
Mas com personagem imaginário não converso, quer dizer, agora parece que estou conversando com você!
Quem é você?
Você existe? Por favor, me diga que sim, senão vou concluir que sou louco!
Vamos combinar assim:
Você está lendo, se está executando a ação de ler, tem olhos e mente para assimilar o que está vendo,
logo você existe e sou um ser humano de posse de minhas faculdades mentais.
Se você não lê, é porque não tem olhos, pois deficientes de visão não andam por aqui então,
se está aqui na minha imaginação, mas não tem olhos, sou maluco,
mas não tem importância, pois se você não existe, não me classificará de anormal.
Então volto para minha procura por solidão.
Por que gosto da solidão?
Bem, não sei o que é solidão, imagino que seja um sentimento de desamparo, de vazio.
Também uma necessidade de se sentir amado, ou de ter alguém com que se preocupar, ou conversar, ou beijar, ou amar, é isso?
Concordo que essas situações são prazerosas, mas não são indispensáveis a ponto de se infringir sacrifícios para obtê-los.
Pagar qualquer preço para mantê-los.
Como sentir solidão se gosto da minha companhia?
Sou o melhor amigo que tenho!
Não me contrario, estou sempre de acordo comigo, quer dizer, nem sempre, às vezes discutimos,
mas acabamos sempre entrando num acordo amigável. E ainda… eu me amo!
Sem vergonha de confessar, me amo sim.
Claro que também amo pessoas, assim como gosto da companhia delas, mas aprendi que sou o único responsável
pela minha felicidade e minhas realizações,
que não posso jogar essa responsabilidade nas costas de ninguém, pois cada um está cuidando da própria felicidade.
Para isso preciso de solidão.
Como sentir solidão se existem tantos interesses que não consigo alimentar por falta de tempo?
Começo o dia cheio de planos, ou melhor adormeço planejando o dia seguinte.
O dia acontece e nem um terço do que queria fazer, consegui realizar.
Comecei a ler três livros e ainda na acabei nenhum, tenho projetos de telas e
de contos, prontos na minha mente, e a solidão se esconde.
Tenho necessidade de ficar só, de mergulhar no meu inconsciente, de planejar e
de sonhar e sobram somente aqueles minutos entre encostar a cabeça no travesseiro
se aconchegar na cama e esperar o sono me vencer, e ele ganha facilmente.
Preciso de mais solidão, a que tenho é pouca pra tudo que quero…
Você tem um pouco de solidão pra me ceder?
Faça seu preço, pagarei bem, entre em contato, ok?

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Só Hoje



Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito
Nem que seja só pra te levar pra casa
Depois de um dia normal...
Olhar teus olhos de promessas fáceis
E te beijar a boca de um jeito que te faça rir
(que te faça rir)

Hoje eu preciso te abraçar...
Sentir teu cheiro de roupa limpa...
Pra esquecer os meus anseios e dormir em paz!

Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua!
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria...
Em estar vivo.

Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar...
Me dizendo que eu sou o causador da tua insônia...
Que eu faço tudo errado sempre, sempre.

Hoje preciso de você
Com qualquer humor, com qualquer sorriso
Hoje só tua presença
Vai me deixar feliz
Só hoje

Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua!
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria...
Em estar vivo.

Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar...
Me dizendo que eu sou o causador da tua insônia...
Que eu faço tudo errado sempre, sempre.

Hoje preciso de você...
Com qualquer humor, com qualquer sorriso!
Hoje só tua presença...
Vai me deixar feliz.
Só hoje

Por Enquanto



Mudaram as estações, nada mudou
Mas eu sei que alguma coisa aconteceu
Ta tudo assim tão diferente

Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar
Que tudo era pra sempre
Sem saber, que o pra sempre, sempre acaba

Mas nada vai conseguir mudar o que ficou
Quando penso em alguém só penso em você
E aí, então, estamos bem

Mesmo com tantos motivos
Pra deixar tudo como está
Nem desistir, nem tentar agora tanto faz
Estamos indo de volta pra casa

Mesmo com tantos motivos
Pra deixar tudo como está
Nem desistir, nem tentar agora tanto faz
Estamos indo de volta pra casa

Preciso Dizer Que Te Amo


Quando a gente conversa
Contando casos, besteiras
Tanta coisa em comum
Deixando escapar
Segredos...

E eu não sei
Que hora dizer
Me dá um medo
É que eu preciso dizer
Que eu te amo
Te ganhar ou perder
Sem engano
Eu preciso dizer
Que te amo, tanto...

E até o tempo passa
Arrastado
Só prá eu ficar
Do teu lado
Você me chora dores
De outro amor
Se abre e acaba comigo
E nessa novela
Eu não quero
Ser seu amigo...

É que eu preciso dizer
Que te amo
Te ganhar ou perder
Sem engano
Eu preciso dizer
Que te amo, tanto...

Eu já nem sei
Se eu tô me estorando
Eu perco o sono, uh! uh!
Lembrando cada gesto teu
Qualquer bandeira
Fechando e abrindo a geladeira
A noite inteira...

Eu não sei
Em que hora dizer
Me dá um medo
É que eu preciso dizer
Que te amo
Te ganhar ou perder
Sem engano
Eu preciso dizer
Que te amo tanto
Tanto...

As Rosas Não Falam


Bate outra vez
Com esperanças o meu coração
Pois já vai terminando o verão,
Enfim

Volto ao jardim
Com a certeza que devo chorar
Pois bem sei que não queres voltar
Para mim

Queixo-me às rosas,
Mas que bobagem
As rosas não falam
Simplesmente as rosas exalam
O perfume que roubam de ti, ai

Devias vir
Para ver os meus olhos tristonhos
E, quem sabe, sonhavas meus sonhos
Por fim

terça-feira, 19 de abril de 2011

As Outras


Já conheci muita gente
Gostei de algumas garotas
Mas depois de você
As outras são as outras

Ninguém pode acreditar
Na gente separados
Eu tenho mil amigas mas você foi
A minha melhor namorada

Procuro evitar comparações
Entre flores e declarações
Eu tento te esquecer

A minha vida continua
Mas é certo que eu seria sempre seu
Quem pode me entender
Depois de você, as outras são as outras e só

São tantas noites em restaurantes
Amores sem ciúmes
Eu sei bem mais do que antes
Sobre mãos, bocas e perfumes
Eu não consigo achar normal
Meninos do seu lado
Eu sei que não merecem mais que um cinema
Com minha melhor namorada

Procuro evitar comparações
Entre flores e declarações
Eu tento te esquecer

A minha vida continua
Mas é certo que eu seria sempre seu
Quem pode me entender
Depois de você, as outras são as outras e só

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Semente & Flor & Coragem...

“A semente não pode saber o que lhe vai acontecer, a semente jamais conheceu a flor. E a semente não pode nem mesmo acreditar que traga em si a potencialidade para transformar-se em uma bela flor.

Longa é a jornada.

E sempre será mais seguro não entrar nela, porque o percurso é desconhecido, e nada é garantido...

Mil e uma são as incertezas da jornada, muitos são os imprevistos - e a semente sente-se em segurança, escondida no interior de um caroço resistente.

Ainda assim ela arrisca, esforça-se; desfaz-se da carapaça dura que é a sua segurança, e começa a mover-se. A luta começa no mesmo momento: a batalha com o solo, com as pedras, com a rocha. A semente era muito resistente, mas a plantinha será muito, muito delicada, e os perigos serão muitos.

Não havia perigo para a semente, a semente poderia ter sobrevivido por milênios, mas para a plantinha os perigos são muitos. O brotinho lança-se, porém, ao desconhecido, em direção ao sol, em direção à fonte de luz, sem saber para onde, sem saber por quê. Enorme é a cruz a ser carregada, mas a semente está tomada por um sonho e segue em frente. Semelhante é o caminho para o homem. É árduo.

“Muita coragem será necessária”.

Esta descrição nos faz refletir sobre todos os momentos em que precisamos ser como a semente: aceitar o campo em que caímos e, mesmo dentro de uma casca rija, acreditar nos nossos sonhos e romper esta casca, olhando em volta, intuindo onde estamos e para onde vamos. Se o ambiente for inóspito, temos que, pacientemente, esperar pela chuva e pelo sol que vêm fortalecer nosso crescimento.

Temos que encontrar uma brecha entre as pedras e os espinhos para serpentear nosso caule e abrir nossa copa e nossas flores debaixo do vasto céu azul que nos espera. “Quando nos defrontamos com uma situação muito difícil, há sempre uma escolha: podemos ficar repletos de ressentimentos e tentar encontrar alguém ou alguma coisa em que pôr a culpa pelas nossas dificuldades, ou podemos enfrentar o desafio e crescer.

A flor nos mostra o caminho, à medida que a sua paixão pela vida a conduz para fora da escuridão, para o mundo da luz. Não há nenhum sentido em lutar contra os desafios da vida, ou tentar evitá-los ou negá-los. Eles estão aí, e se a semente deve transformar-se em flor, precisamos passar por eles.

Seja corajosa o bastante para transformar-se na flor que você foi feita para ser.


Por: Leliane Melro
by Reca Aranda via Facebook

domingo, 3 de abril de 2011

24 Horas de Amor



Quando acordei pela manhã
Senti o perfume que há muito, muito tempo não sentia
Olhei de pressa ao meu redor e apalpei o seu lugar
Em nossa cama tão vazia
Eu que cheguei de um sono bom chorei ao ver tudo acabado
Tanto amor tanta doçura
Mas o perfume era real que acreditei estar ali
Sua presença de ternura.

E de repente vi você sair com a toalha no seu corpo
E se agarrar em mim como nos velhos tempos de amor tão louco
Nada mais sei de nós porque morremos abraçados no desejo
Na doação total perdidos na loucura destes beijos.

INTRODUÇÃO

A tarde nos surpreendeu e no delírio do desejo
Nem um pouco mais dormimos
Porque o amor pedia bis e outra vez nos abraçamos
Tudo de novo repetimos
E neste fogo da paixão vivemos 24 horas sem sair de nossa alcova
Este prazer nunca parou porque o nosso grande amor
Todos os dias se renova.

E de repente vi você sair com a toalha no seu corpo
E se agarrar em mim como nos velhos tempos de amor tão louco
Nada mais sei de nós porque morremos abraçados no desejo
Na doação total perdidos na loucura destes beijos.

sábado, 26 de março de 2011

Lockheed Super Constellation L-1049G

Equipamento clássico que tive o prazer de voar varias
 vezes nos anos 70 com meu pai,
versão cargo no Paraguay...

sábado, 19 de março de 2011

Londrina é destaque em ranking nacional de telecomunicações

Cidade é a terceira do país com a maior oferta de serviços de telecomunicações.
Sercomtel é responsável pela boa colocação.
Cidade fica atrás de Curitiba e São Paulo


Londrina é a terceira cidade do país com a maior oferta de serviços de telecomunicações, de acordo com o primeiro Índice de Oferta de Telecomunicações, divulgado nesta semana pelo Atlas Brasileiro de Telecomunicações. Segundo a coordenadora do Atlas, Letícia Cordeiro, da empresa Converge Comunicações, a Sercomtel é a responsável por colocar Londrina nessa posição, apenas atrás de São Paulo e Curitiba.

O ranking foi feito com base em informações das próprias operadores e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Letícia explica que, além de somar pontos como mais uma operadora na cidade, a Sercomtel também eleva a posição de Londrina no ranking por conta de uma abrangente oferta de serviços em telecomunicações, como telefonia fixa e móvel, banda larga e TV por assinatura.

“Tem pontuação por número de operadoras e por número de serviços disponíveis”, disse, sobre como funciona o ranking. De acordo com Atlas, Londrina obteve 725 pontos, enquanto Curitiba somou 810 e São Paulo, 920.
“A Sercomtel é um ativo estratégico que dá essa vantagem competitiva à cidade e permite a gente figurar a frente de praticamente todas as capitais do Brasil”, avaliou o presidente da Sercomtel, Fernando Kireeff.

Segundo Kireeff, a grande oferta de serviços permite que os consumidores escolham um produto bom a preços competitivos.
“É um grande estímulo para aprimorar ainda mais os serviços e fazer com que Londrina continue ou até supere posições”, afirmou Kireeff. Ele adiantou que a Sercomtel tem muitas novidades sendo estudadas para ampliação e sofisticação da oferta dos produtos para ainda este ano, porém disse que não poderia dar mais detalhes sobre elea.

Mais vantagem
Para o gerente financeiro, Marcelo Dalmas, a grande oferta de operadoras e serviços trouxe vantagens na hora de escolher a banda larga. Ele contou que fechou contrato com uma operadora há pouco mais de um mês, mas disse o serviço não atendeu às expectativas.
Ao fazer contato com uma empresa concorrente, Dalmas conseguiu realizar a portabilidade e por um preço menor, garantiu mais qualidade na banda larga.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Japão - uma nação em regeneração

 

É impossível deixar de escrever sobre a enorme tragédia que está acontecendo no Japão, este país de tradição e cultura milenares, com seu povo ordeiro, respeitoso, educado, obcecado pelo trabalho, pela produtividade, pela qualidade, exemplo para o mundo todo de prosperidade a partir do trabalho, da transformação inteligente de matérias-primas importadas. Terra de templos magníficos, de paisagens estonteantes, dos trens de alta velocidade, da tecnologia de ponta, com governo sério, baixos níveis de corrupção e criminalidade...

Daqui somente podemos nos solidarizar, irmanar e rezar, enviar Luz e energias positivas. É doloroso ver na TV pessoas com crianças no colo em pé, ao relento, sem água, energia elétrica, com temperaturas próximas do zero. Talvez nem todos saibam que a imigração nipônica, em nosso acolhedor país, conta com um milhão e meio de descendentes totalmente integrados na vida do Brasil, em absoluto, a maior colônia do Sol Levante ao redor do planeta.

No entanto, sabemos que nada acontece por acaso, que a Mente Universal é perfeita, que aplica com justiça implacável a lei do carma, talvez até do carma coletivo... Sabemos que a Natureza engloba os quatro reinos e dispõe de incrível poder, manifestado pelos quatro elementos, que puseram sua fúria imensa em ação, fornecendo aos que se acham todo-poderosos, como se ainda fosse necessário, mais um aviso; neste ponto, quase um ultimato.

Estamos no limite.
A Terra literalmente botou pra quebrar. As imagens mostraram o terremoto, o maremoto, o fogo das explosões das centrais nucleares, com incrível clareza, para o mundo todo. As imagens mostram a fragilidade do ser humano e de suas criações, as mentiras balbuciadas frente aos microfones da TV, por humanos em estados de choque, esperando, torcendo agora que o quarto el emento, o ar, com seus ventos favoráveis, direcione para o mar a morte invisível, as nuvens radioativas que as falhas dos reatores espalharam sobre o nordeste da ilha. Os quatro elementos tinham o objetivo bem definido e o golpearam sem piedade.

É difícil interpretar a mensagem?
Talvez -mesmo após Hiroshima e Nagasaki, duas páginas negras da história da Humanidade-, as empresas locais sedentas de energia elétrica ainda continuem confiando na atualizada tecnologia nuclear, totalmente segura, de acordo com quem constrói as centrais, silenciosamente mortal quando ocorrem falhas.

Creio poderia tratar-se de algo assim:
- Chega! Basta. Fora com a energia nuclear.
- Vamos empregar a energia solar em todas suas formas. (O fogo em ação).
- Vamos implementar a energia eólica (o vento - ar) em ação.
- Vamos utilizar as turbinas a vapor movidas à biomassa (a terra) em ação.
- Vamos aproveitar as energias das ondas e das marés (a águ a em ação).
E ainda restam as opções de andar mais a pé ou de bicicleta...

Sei bem que ninguém pode julgar, mas precisamos buscar as causas muito além da aparência do mero acaso; descobrir o porquê de tanta dor e destruição, buscar capitalizar a informação obtida, mudar de rumo, de valores, de hábitos, de conceitos, de sentimentos, de fontes de energia e até de alimentos.

Talvez a sociedade japonesa tenha esquecido um pouco de seus valores essenciais, tenha se endurecido, ficando egoísta demais, separatista demais, esquecendo até dos seus emigrantes e filhos que, deixando o Brasil, indo procurar trabalho na terra de seus avôs, somente conseguem serviços pesados, morando longe e sendo considerados pelos nativos como cidadãos de segunda categoria...

Pecado contra a Unidade
Talvez as pessoas tenham se tornado materialistas demais, vivendo uma vida superficial, vazia, correndo desesperadamente atrás de maya --a ilusão-- esquecendo-se da tr ansitoriedade da passagem pelo planeta e de que todos têm uma missão a desempenhar, única e especial.
Ou ainda se esqueçam da exclusão, da desigualdade das classes sociais e dos demais comportamentos e situações -como a de não conseguir entrar na faculdade- que podem criar desespero e depressão, resultando em taxas de suicídio que assustam pela magnitude e regularidade, mantendo-se nos últimos anos por volta de 30.000 casos/ano, próximas da taxa de homicídios do Brasil se compararmos os diferentes números dos habitantes.

E algo bateu forte quando as imagens mostraram os navios de pesca e uma infinidade de outros barcos em meio aos destroços, a quilômetros da costa, jogados lá como se uma mão gigantesca os tivesse capturado e tirado definitivamente de sua sinistra e sangrenta missão.Mero acaso também? Talvez não tenham percebido o quanto feriram e estão ferindo o mar e suas criaturas, ao caçar sem descanso, do oceano Ártico ao Antártico, as inofensivas e majestos as baleias, alegando necessidade de realizar pesquisa científica sobre esses cetáceos...

Pecado contra a Natureza
E os Guias me lembram que ainda há muitos seres vivos, na China e Coréia, os quais testemunharam as atrocidades perpetradas pelas tropas de ocupação japonesas contra a população civil, incluindo crianças.
E este seria o pecado maior, desta vez contra a Humanidade.

O ponto é provavelmente o seguinte: quanto maior o drama, o desastre -infelizmente- maior será o aprendizado. O resgate do que foi cometido é líquido e certo. Não tem esquecimento, pois precisamos passar de fase, evoluir, crescer como seres humanos.É a história do plantio. Semeou vento? Irá colher tempestade.
Semeou amor, voltará bem-aventurança, alegria, felicidade para todos os envolvidos. Terá, então, passado de fase e novos desafios aparecerão para serem superados, sempre usando a mesma mágica vareta: o Amor Incondicional.

Agradeço aqui os queridos e pacientes Guias e mais a turma toda que permite que o site exista: Rodolfo, Sandra, Teresa, Marcos, Anderson, Ian, Lidiane... e Você!

Namastê (O Deus que existe em mim saúda o Deus que habita em Você).

fonte: http://www.somostodosum.com.br/

domingo, 6 de março de 2011

EFEITOS PSICOSSOMÁTICOS DO TOQUE



Graciosa e carinhosamente ela se aproximou de mim, olhou em meus olhos, roçou minha pele, enroscou-se entre minhas pernas tocando e desejando ser tocada. Inicialmente procurei afastá-la, entretanto, por mais que resistisse, acabei cedendo aos seus encantos e prazerosamente deslizei minha mão sobre seu lindo corpo. Ah! Ia esquecendo... ela também me deu umas arrepiantes lambidas...

Caro leitor, não se assanhe nem se escandalize, refiro-me a uma linda cachorra, a Taipa, mistura de Pastor Alemão com Rottweiler, pertencente a um amigo. Ironicamente, não raras vezes os animais desfrutam mais daquilo que como seres humanos andamos tão carentes, isto é, de toque.

Em geral, quando tocamos um animal o fazemos esvaziados de preconceitos e tabus. Estão mais do que provados os benefícios de se ter um animal no qual se possa tocar com liberdade, aceitação e puro carinho. Os benefícios, tanto para o animal quanto para a pessoa, são comprovadamente os mais variados.

No decorrer da história, o toque e a sobreposição de mãos estão associados a incontáveis relatos de cura. Tocar fisicamente, objetivando o restabelecimento da saúde, é uma prática que remonta há mais de 15 mil anos. Pinturas em cavernas nos Pireneus, primitivos entalhes em rocha, pinturas na China, Egito e Tailândia apontam para este fato.

Quando penso no efeito psicoterapêutico do toque, lembro-me de Jesus e de inúmeras curas realizadas a partir de seu amoroso toque e da imposição de suas mãos. Jesus sabia do poder que o contato físico possui de transmitir amor, de curar, de aliviar a dor, e da sensação de bem-estar e acolhimento que transmite. O poder que resultava em cura - da mente, do corpo, dos sentimentos e relacionamentos - protagonizado por Jesus fluía muitas vezes pela mediação do toque. Vários são os relatos bíblicos a confirmarem este fato.

Minhas filhas gêmeas nasceram prematuramente e uma delas precisou ficar em incubadora para ganhar peso. Durante o período que lá esteve era minha obrigação, também, tocar seu frágil corpinho, sua delicada pele, com as pontas de meus dedos. Era interessante observar sua reação ao toque. Infelizmente, há mais de vinte anos atrás eu tinha pouca consciência da importância do toque; sempre acho que a toquei menos que o necessário. Hoje sei que a experiência mais precoce, mais elementar, determinante e provavelmente mais dominante do bebê ao nascer, é a tátil.

O contato físico não é apenas um estímulo agradável, mas uma necessidade biológica. À medida que crescemos e os anos passam, as formas de contato físico podem variar, mas não a necessidade delas. São muitos e graves os distúrbios psíquicos, somáticos e de relacionamento, advindos da insuficiência de toques na infância. Será que há alguém que tenha sido tocado devidamente, suficientemente e de forma satisfatória?

Filhos de pais que expressam seus afetos em constantes toques sobressaem-se aos que são raramente tocados. Demonstram maior autoestima, são mais sociáveis e mais tranqüilos. Crianças que são alvos de amorosos toques tem mais carisma, pois a energia flui livremente. Claro que me refiro a pais psiquicamente saudáveis.

Assim como o contato físico pode carregar intenções carinhosas e afetuosas que geram conforto, ânimo e efeitos curadores, ele pode também ser veículo de intenções abusadas e traumatizantes. Vale lembrar que o toque trás consigo sua intenção e que se encontra gravada na pele a memória emocional capaz de decodificá-lo; portanto, é praticamente impossível disfarçar a intenção, a emoção de um toque. Não dá para tocar de modo superficial e declarar afeto nem tocar sexualmente e declarar que o desejo é apenas de amizade. Por mais que se afirme ou negue, o toque carrega em si a verdade sobre sua real intenção.

A diferença entre um contato acolhedor e amigável e um cujo objetivo é excitar sexualmente, não deixa dúvida. Não se trata de optar por este ou por aquele; ambos são importantes e necessários, podendo ser também terapêuticos. A questão, portanto, está no quando, como, em quem e para que.

A ausência de toque é, também, um dos fatores geradores de promiscuidade. Se os relacionamentos primários satisfizessem a demanda que as pessoas sentem de contato físico, os relacionamentos secundários seriam bem mais escassos. Há muitos motéis cheios de pessoas carentes de toque. Para muitos, o sexo é a única forma que conhecem para satisfazer esta necessidade: a fome da pele.  No entanto, o que na verdade sentem falta é de serem abraçados e tranquilizados por toques ungidos de gentileza, compreensão e ternura.

Não são poucos os casos de pessoas que, após romper com um relacionamento pobre em toques e arranjar um parceiro onde o toque carinhoso é abundante, deixam "milagrosamente" suas atividades sexuais extraconjugais. A aventura sexual e a compulsão para o sexo, em muitos casos, não passam de desesperada carência de toque. E, faltando a magia do toque, de pouco adiantarão as condenações advindas da moral religiosa, da ameaça do inferno ou da promessa do céu.

Destituídos de contatos, de toques, de abraços, de afagos no convívio familiar e entre amigos, recorremos cada vez mais aos profissionais do toque. E, assim, cresce a importância e a demanda por aqueles que suprem esta carência, quer sejam estes profissionais ou charlatões. Até mesmo cabeleireiros e barbeiros, conscientemente ou não, acabam suprindo, também, a nossa fome de toque.

No que tange a oferecer alívio, segurança, ternura, conforto e confiança, nada se compara ao toque afetuoso. É um bálsamo milagroso para os momentos em que nos sentimos solitários, cansados, fragilizados ou assustados. Em tais circunstâncias, um afago, um abraço, um toque carinhoso é fonte de refrigério que revitaliza corpo e alma.

Sem desconsiderar as diferenças e preferências entre os visuais, auditivos e sinestésicos, ou ainda entre os introvertidos e extrovertidos, não tenho dúvida de que o toque a todos faça bem.

Quantos abraços você já ganhou hoje? Muitos, nenhum? Gostaria de ser abraçado carinhosamente, ser aconchegado nos braços de alguém? No que diz respeito a abraços, nada é mais verdadeiro do que a recomendação de Jesus "tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei vós também a eles".

Ah! E não se esqueça que é dando que se recebe. Esta máxima não se aplica apenas aos boxeadores, vale para os carinhos, os chamegos, os toques e os abraços também.

Se este artigo lhe foi importante, por favor, "me dê um toque".

Sou Gota em um Rio

Como pequenas gotas d'água, fazemos parte de um rio que está sempre a fluir... A cada fração de segundo se transforma, sempre diferente, unidas às outras gotas semelhantes a nós, com essências iguais, mas diversas se forem analisadas com atenção. Somos parte de um Todo e em nós temos este Todo.

Tendo a consciência deste pertencimento a algo muito maior do que nós, se nos entregamos ao fluxo deste grande rio, sem medos, se não lutamos contra a correnteza, mas nos deixamos levar com confiança, seguimos adiante sem tantos problemas.

Temos que ultrapassar obstáculos que surgem, a todo instante, pedras, reentrâncias da margem, troncos que bóiam, mas não estamos sós, se nos entregamos ao fluxo poderoso da Vida que nos vai conduzindo... Para onde? Para o Grande Mar, que é onde desembocam as águas de todos os rios deste planeta, não importando o tamanho de cada um deles.

Neste fluir, muito aprendemos, principalmente treinando a paciência e a aceitação. Sendo pequenas gotinhas d'água, nem tudo compreendemos e quase nada podemos controlar! Vamos sendo levadas pela Vida, que sincronicamente e com muita harmonia, nos conduz, sempre pra frente, e nunca sós. Somos importantes porque fazemos parte das águas caudalosas deste rio, que quando para de fluir, adoece... Pra frente é que ele precisa andar. Sempre... Quando chegaremos ao Mar? Não sabemos, mas isto pouco importa - é preciso cooperar com o fluxo e ir indo, da forma mais confiante possível.

Uma gotinha sozinha muito pouco representa, mas quando se mistura às outras, produz movimento, cresce, vai em frente.
Esta imagem forte que me chegou me dá a idéia da importância de nos entregarmos à Vida, a Deus, ou ao Amor (usemos o nome que mais nos toque o coração), pois existe um caminho muito sábio, muito bonito, mesmo quando nos faz tropeçar, retroceder para avançar, que Alguém traçou pra nós e que se nEle confiarmos, chegaremos a um local muito doce e ao mesmo tempo muito poderoso, pleno de paz, que está em cada um de nós, onde estaremos felizes, num silêncio sem palavras, mas cheio de significado.
Quando temos a ilusão de querer controlar a nossa vida, muitas vezes saímos do curso deste rio e - sozinhos - tentamos ir contra a correnteza da Vida. E nos ferimos muito, atrasando também a nossa chegada.

Ter fé em Deus é ter fé na Vida, em seu fluxo, pois Deus está em tudo e em todos e nos fala a todo instante. Das formas mais variadas, discretamente ou em altos brados, em todos os locais em que estivermos. Somos gotas de um rio que precisa de cada um para ser o que é. É preciso que nos demos as mãos, que nos unamos, que busquemos redirecionar as gotas que teimam em não se colocar neste local de aconchego, de amor partilhado, que é a vida, quando nos reconhecemos Amor e percebemos o mesmo no outro, seja ele nosso conhecido, ou não.

Se como gota ficarmos isoladas do rio, vamos nos aniquilar, pois os raios solares nos secarão bem rapidamente. Só unidos aos outros irmãos, venceremos e teremos a confiança de transpor qualquer dificuldade que nos surja no caminho. Há um ditado popular - e como são sábios - que diz que a união faz a força!

O momento é de união. De olharmos amorosamente quem nos observa ou caminha ao nosso lado, no ônibus, na rua, no avião, aonde for. Vamos demonstrar aos que nos encontram - nunca por acaso - que o reconhecemos como gota do mesmo rio do qual fazemos parte! Ele vai nos entender, mesmo que não verbalize isto. E nosso exemplo lhe dará um roteiro para que faça o mesmo, pois gentileza gera gentileza... já nos dizia um poeta de rua, que nada de material possuía.

A sensação de fazer parte de um rio me dá serenidade e me torna forte para continuar. Também me ensina que nunca há um momento igual ao outro, pois as águas não param de correr, de fluir... O tempo está passando muito rápido, vamos nos dar as mãos e vamos confiantes ao encontro do Mar, que é Amor e Paz.

A vida passa, mas o sentimento fica



O vazio interior é uma sensação estranha que muitas pessoas -mais do que imaginamos- sentem em grande parte de suas vidas. Algo que o indivíduo não consegue definir com exatidão o que o incomoda, mas que representa um desconforto psíquico em forma de insatisfação geradora de melancolia, frustração, desesperança e, em casos mais complicados, fastio pela vida.

Angústia originada pela privação ou ausência de algo que é -ou foi- significativo para a pessoa, o vazio interior resulta em somatização no organismo humano, onde a depressão encontra "terreno fértil" para fincar as suas bases.

No entanto, psicoterapeutas que lidam com a natureza interdimensional de seus pacientes, sabem que a sensação de vácuo interior tem a sua história intimamente ligada às vivências do espírito imortal. História que acrescenta um novo capítulo a cada reencarnação, tornando a experiência vital um ciclo vicioso que se encaixa ao padrão comportamental da pessoa.

Nesse sentido, é inegável que encontra-se na educação responsável, transmitida por pais biológicos ou substitutos amorosos e equilibrados, a missão do educador. Porém, como sabemos, nem sempre essa relação ideal se estabelece entre pais e filhos, e a falta das figuras referenciais, costuma gerar sequelas psíquicas que se manifestam na vida adulta em forma de desequilíbrios psíquico-espirituais.

Imaginemos, ao acompanhar esse raciocínio, o espírito reencarnado trazendo em sua bagagem de muitas vivências, a sequela do abandono ou da ausência. Experiências na relação com os pais que se repetem vida após vida, gerando dessa forma, um modelo de comportamento compatível com a queixa que a pessoa leva ao conhecimento do terapeuta...

Por este motivo, a natureza foi pródiga em associar o amor, a ternura e a afetividade à figura da criança. Justamente para despertar nos pais e educadores em geral, os sentimentos necessários e imprescindíveis à educação responsável e de qualidade.

Portanto, o amor transmitido pela educação consciente, é a única forma natural de recuperar espíritos que trazem no seu modelo comportamental, desajustes psíquicos. Nesse sentido, o amor na relação pais-filhos pode tornar-se em uma única encarnação, fator de cura do desequilíbrio que acompanha esse espírito há muito tempo...

O caso que apresentaremos a seguir, revela que por trás dos sintomas da pessoa em tratamento, há uma longa história comportamental de traço depressivo. Fato que a ciência oficial ao focar a sua investigação em apenas uma infância do indivíduo, não percebe a sua profundidade e essência. E, ao não perceber, perde em qualidade no sentido de proporcionar ao paciente um melhor nível de autodescobrimento que vise a autocura de seu sofrimento psíquico.

APRESENTAÇÃO DE CASO

Cristina, a filha do meio de uma relação complicada, chega ao consultório com a queixa de sentir um vazio interior, ou seja, uma insatisfação latente, uma falta de sentido para a vida. Além de um histórico de tratamento químico para a depressão.

Durante as sessões de psicoterapia de orientação psicanalítica, foi observado a produção de traumas psíquicos em sua infância. Traumas gerados na relação com um pai ausente, distante, e na relação com uma mãe desequilibrada emocionalmente. Sequelas que manifestam-se atualmente em forma de sofrimento psíquico.

No entanto, algo foi registrado como relevante durante as primeiras sessões do processo terapêutico, ou seja, o sentimento - ou sensação - de que o vazio que ela sente a acompanha desde os primeiros anos de sua infância. Essa informação foi indicativo para o encaminhamento da regressão de memória, experiência que ela acessou, via sentimentos, situações de outras vidas que sintonizaram com a sua queixa principal.

EXPERIÊNCIA REGRESSIVA

Na regressão à vida atual, Cristina acessa uma situação em que era bebê, e logo um sentimento de abandono materno apodera-se de si através de uma intensa manifestação catártica. A experiência fora um fato marcante em sua vida e diretamente relacionada à sua angustia de vazio interior.

Na sequência, Cristina percebe-se em um lugar afastado da civilização. Descreve as roupas que usa e a tarefa que executa naquele momento. É uma pobre camponesa que prepara com a sua rústica ferramenta, a terra para o cultivo. Apesar de ser uma mulher jovem, sente no corpo os efeitos do trabalho duro,   e na pele, a inclemência do sol e dos ventos da região. Maltrapilha, sente um profundo desgosto por aquela vida que considera de privações. Identifica no camponês que trabalha próximo a ela, o homem de seu último relacionamento que durou sete anos, e pelo qual, não nutre sentimento positivo.

Na segunda vivência, Cristina percebe-se vivendo em uma cidade de características medievais. Tem um casal de filhos que descreve como de pele clara, cabelos louros e olhos azuis. O marido é uma boa pessoa, mas confessa que não sente atração física pelo fato do mesmo ser de estatura baixa, obeso e ter as "bochechas" salientes. Com o passar dos anos ela percebe-se separada desta pessoa e vivendo com um "homem de farda", conforme registra. Os filhos já são adolescentes e o homem é muito severo com ela e os filhos. Então, uma sensação de vazio e de infelicidade determinam a sua escolha: fugir com os filhos e abandonar o homem de farda. Porém, o mesmo sentimento a acompanha até o final daquela vida, quando sente-se só e desamparada.

COMENTÁRIO

Quando associada à psicoterapia, a regressão tem o mérito de resgatar da memória o que o indivíduo necessita para elaborar a sua própria cura, além de despertá-lo para potencialidades até então desconhecidas de sua natureza interdimensional.

Cristina é uma pessoa simples, sem conhecimento ou experiências no âmbito das teorias reencarnacionistas. Por este motivo, marcou-me uma frase dita por ela logo após a experiência regressiva: Doutor, como pode eu ter sido uma pessoa loura, de pele clara e olhos azuis? Questionamento compreensível porque na vida atual Cristina é morena clara, de olhos e cabelos escuros...

Na verdade, a sua experiência regressiva foi rica na proposta original: investigar o seu inconsciente além da infância atual, ou seja, situações de outras vidas que sintonizasse com o "vazio interior" como característica integrada ao seu modelo comportamental. E a regressão mostrou que essa tendência a acompanha desde outras vidas como traço inconfundível de seu caráter e temperamento. Essa é a finalidade da Psicoterapia Interdimensional: focar o problema e redimensioná-lo em seu amplo contexto, cujas origens encontram-se intimamente relacionadas à trajetória do espírito imortal. E nesse sentido, Cristina começa a entender que para libertar-se de seu histórico desconforto psíquico, precisa preencher a sensação de vazio interior com a aceitação e prática de valores que promovam o seu crescimento integral.
Observação: o verdadeiro nome da pessoa foi preservado.

Mendigando Amor

O amor é, sem dúvida, o mais poderoso alimento para nossa alma.
Pessoas felizes e bem resolvidas amam, antes de tudo, a si mesmas.

Só, então, tornam-se capazes de direcionar seu amor ao restante do mundo.

Muitos seres humanos, porém, ainda vêem o amor como algo que precisam conquistar no exterior.


Merecer e alcançar o amor de alguém é, para eles, o principal foco de atenção de suas vidas.

Entretanto, se ao invés disso, voltassem seus olhares para dentro de si mesmos e buscassem descobrir ali o que tanto procuram, certamente se sentiriam preenchidos e prontos para compartilhar esta plenitude com os demais, ao invés de mendigar o amor como os famintos imploram por comida.

Quando nos tornamos dependentes de uma fonte externa de alimento para nossas almas, ficamos extremamente vulneráveis, visto que toda forma de dependência nos fragiliza e pode nos levar a abrir mão de princípios e valores, apenas para obter a aceitação alheia.

Cuidar de si mesmo é o primeiro passo para se ter uma auto-estima forte, pois esta é a melhor garantia contra a indigência afetiva. Mendigar amor reduz as chances de que despertemos a admiração e o respeito do outro, condições essenciais para que este sentimento possa florescer.

Quando, ao contrário, nos colocamos diante do mundo de maneira confiante, expressando nossas melhores qualidades com segurança, tornamo-nos muito mais atraentes e podemos abrir mão de qualquer concessão para ter o amor e a admiração alheios. Eles simplesmente virão como reflexo de nossa própria luz.
"Nunca pense em termos de os outros terem que amar você. Isso é uma atitude errada; está enraizada na infância. Uma criança simplesmente espera ser amada. E, é claro, é natural para uma criança, porque, como a criança pode amar? Uma criança de um dia de idade - como ela pode amar? Ela não pode nem sequer segurar o dedo da mãe. Ela não pode fixar seus olhos na mãe; tudo é turvo. Ela não sabe quem é a mãe e quem é quem. Como você pode esperar que ela ame? Ela simplesmente recebe amor.

Pouco a pouco ela aprende uma coisa: que os outros têm que amá-la. Isso é bom na infância, mas a pessoa tem que ir além - só então você se torna um adulto. Um homem se torna um adulto no dia em que ele começa a sentir que agora ele tem que amar. Não é uma questão de alguém amá-lo.

... Você não é mais uma criança. Você está se comportando dentro de um padrão infantil. Comece a amar. Quanto mais você amar, mais você verá que mais pessoas estão vindo até você para amá-lo, porque o amor atrai amor assim como o ódio atrai ódio.

Se você odiar, as pessoas o odiarão. Se você amar, as pessoas o amarão. Mas não se incomode se os outros o estão amando ou não. Simplesmente ame. Amar é uma atividade tão prazerosa - quem se importa se há algum retorno ou não? É como cantar. Você canta e se deleita. Se alguém aplaude, ótimo. Se ninguém aplaude, é uma questão deles. Você se deleita da mesma forma.

Comece a amar. E não peça amor. O amor será uma conseqüência natural..... Ele é uma graça. É um presente. Ele vem porque toda a existência está cheia de amor. Não é porque você tem capacidade, não é porque você tem algum valor que ele vem para você. Não, ele vem para você porque toda a existência é cheia de amor. A existência é feita da matéria chamada amor. É exatamente como o ar que o circunda. Você simplesmente inspira e expira e a coisa continua.

Assim, esqueça sobre merecimento. Comece a amar, e você verá o amor chegando, florescendo. Ele vem mil vezes mais. Simplesmente compartilhe e continue a meditar".

Amor não é algo que se sente. É algo que se faz!

Não é novidade nenhuma afirmar que um dos problemas mais graves e recorrentes em qualquer relacionamento é o da comunicação. A começar pelo significado da dinâmica (sim, porque comunicar-se é como um tango, delicado e profundo ao mesmo tempo!). Muitos casais sequer sabem do que é feita a autêntica e eficiente comunicação.

Comunicar-se com a pessoa amada não inclui somente falar, seja sobre o que pensa, sente ou quer, como a maioria acredita. Inclui especialmente e acima de tudo, ouvir. Mas não ouvir somente com os ouvidos, somente as palavras que estão sendo ditas, somente o que é conveniente.

Para que uma conversa realmente termine bem, ou seja, sirva para resolver pendências, amenizar crises e solidificar o amor, seus interlocutores devem ouvir com todo seu ser, incluindo sensibilidade, intuição e a firme decisão de - por mais difícil que seja - compreender o que o outro está pensando, sentindo e querendo!

Mas por que isso parece mesmo tão difícil? Simplesmente porque aprendemos que conversas entre casais que discutem alguma divergência têm de virar briga, onde cada um deve tentar falar mais alto que o outro e provar, a qualquer custo, que está com a razão! Aprendemos, infelizmente, que conversas são como jogos, e servem para mostrar quem é o vencedor e quem é o perdedor! Mas, definitivamente, isso nunca funcionou e nunca vai funcionar!

Simplesmente porque num relacionamento, seja ele de que nível for, não existe um certo e um errado e, sim, dois pontos de vista, dois pedidos, dois sentimentos, duas interpretações, dois universos que, em última instância - e isso posso afirmar com toda certeza do mundo - só querem ser aceitos, amados e felizes!

Mas enquanto um e outro falarem como se disparassem flechas em direção ao alvo, enquanto tentarem impor seus desejos e repetirem frases-feitas do tipo "com você, não dá para conversar", "você nunca me ouve", "você é um egoísta-cabeça-dura", não vão chegar a um consenso, muito menos à paz que tanto desejam (mas não sabem como alcançá-la).

Parece mesmo paradoxal essa vontade de viver um grande amor, cheio de alegrias e aquela harmonia de quando estavam completamente apaixonados e, ao mesmo tempo, essa estranha e angustiante fome de discussão, desentendimento e embate pelos motivos mais bobos, pelas razões mais infantis, por questões que, no fundo, na maioria das vezes, não têm nem metade da importância que se dá a elas durante uma briga.

A impressão que fica é que, em algum momento da história, solidificou-se a idéia - completamente equivocada e ineficaz - de que amor é isso: uma queda de braços, um interminável vai-e-vem de destilar a própria raiva à custa do outro para, em seguida, arrepender-se e fazer as pazes. Mas acontece que isso só serve para desgastar a relação, acumular mágoas e amontoar frustrações.

O que sobra? Cada qual no seu limite, a sensação de que não vale mais a pena. Pronto: este é o começo do fim! Um fim medíocre, sem uma razão que realmente o valha, mas - ao mesmo tempo - com todas as razões que foram - irresponsavelmente e pelos dois - cavadas, acumuladas e amontoadas dia após dia!

Talvez você diga: "eu bem que tento conversar, mas o outro não tem condições"! Ok, mas você tenta quanto? Até o outro dar a primeira resposta torta e grosseira e você pensar: "ah, mas não vou mesmo ficar aqui ouvindo isso", e daí aumenta o tom de voz o máximo que pode para deixar bem claro que você tentou, mas que com ele é impossível? Ou, talvez, simplesmente desiste da conversa e sai, alegando sua superioridade?

Assim, pode estar certo de que não vai funcionar! Se você realmente deseja se entender com quem ama, tente mais! Tente até o fim. Não aumente o tom de voz, fale com calma e repita, quantas vezes forem necessárias, que você deseja compreendê-lo. Para tanto, faça perguntas, peça para que ele explique como está se sentindo, por que reagiu de tal forma, enfim, esmiúce detalhe, interesse-se de verdade pela dor do outro e tenha a certeza de que isso, sim, é amor!

Mais do que declarar o que você sente, mostre! Afinal, pode apostar: Amor não é algo que se sente. É algo que se faz!

quarta-feira, 2 de março de 2011

Receita Caixa Surpresa: vai chocolate, morango e marshmallow

Caixa Surpresa


 Tempo de preparo: 35 minutos
Tempo de cozimento:
20 minutos
Tempo de geladeira: 2 horas
Rendimento: 10 a 12 porções




INGREDIENTES

1 xícara (chá) de açúcar (180g)
meia xícara (chá) de água (120ml)
3 claras pequenas (90g)
1 disco de 20cm de pão de ló
3 embalagens de biscoito de chocolate (ou aproximadamente 500g)
350g de morango fresco cortado ao meio
hortelã fresca picada a gosto


MODO DE PREPARO

Prepare um marshmallow:
numa panela pequena, junte o açúcar e a água. Leve ao fogo até obter ponto de bala (cerca de 15 minutos depois da calda entrar na fase de cozimento, mergulhe uma colher de água fria e depois na panela para retirar um pouco da calda. Mergulhe os dedos em água fria e retire um pouquinho de calda da colher para formar uma bola que deverá ser elástica).


Bata na batedeira as claras em neve. Quando a calda estiver no ponto, despeje-a em fio sobre as claras. Continue batendo em velocidade alta até que a preparação fique fria (cerca de 15 minutos).


Forre o fundo de uma fôrma redonda (com cerca de 20 cm de diâmetro) de fundo removível com o disco de pão de ló. Distribua os biscoitos de pé pela lateral da fôrma (se necessário use um pouco do marshmallow para facilitar no momento de “grudar” os biscoitos).


Distribua o marshmallow sobre os biscoitos da lateral e no fundo de pão de ló, formando uma camada que vai unir e estruturar a sobremesa. Trabalhe com cuidado. No final você vai obter “uma caixa” que deve ser recheada com os morangos (envolvidos antes na hortelã picada).


Sobre o morango, espalhe o restante do marshmallow e distribua os biscoitos restantes (distribua os biscoitos como se fosse uma flor, para facilitar na hora de servir). Leve à geladeira por cerca de 2 horas. Desenforme deixando a parte de biscoito para cima.


Dica para fazer o pão de ló: bata na batedeira 2 claras em neve. Reserve. Em outra tigela, bata 2 gemas e 4 colheres (sopa) de água até espumar. Junte 1 xícara (chá) de açúcar e 1 xícara (chá) de farinha de trigo e 1 colher (chá) de fermento. Retire da batedeira e acrescente as claras em neve, mexendo delicadamente. Despeje a massa numa fôrma redonda com 20 cm de diâmetro, untada e enfarinhada. Leve ao forno médio (180ºC), preaquecido, por cerca de 10 minutos ou até que, enfiando-se um palito na massa, este saia limpo. Corte o pão de ló ao meio no sentido horizontal, formando 2 discos. Use 1 disco de massa para a receita e congele o outro disco.

Variações:
substitua o morango por pêssego em calda (sem a calda). Substitua o pão de ló por fatias de bolo comprado pronto.

Receita de Everest


Everest: exagero na medida certa



Quatro bolas de sorvete de creme, framboesa, meia xícara de chantilly, suspiro, morangos fatiados e hortelã. A soma dos ingredientes justifica o nome de uma das sobremesas mais antigas e famosas do Ráscal. Neste caso, a medida certa é quase o exagero, mas as porções bem delimitadas fazem do Everest a pedida perfeita para fechar uma refeição completa.




INGREDIENTES


- ½ xícara de chantilly
- 1 suspiro inteiro
- 04 bolinhas (ou 40 g) de sorvete de creme
- 02 Colheres de sopa de framboesa
- 03 morangos fatiados
- 01 raminho de hortelã


MODO DE PREPARO

Misture a framboesa e o açúcar com um garfo e guarde em um recipiente fechado no congelador.
No prato, coloque na seguinte ordem: um pouco de chantilly no fundo, o suspiro e o restante do chantilly em cima.
Coloque duas bolinhas de sorvete de cada lado do prato.
Disponha as fatias de morango sobre o chantilly, intercalando com a framboesa.

Indicação de filme: Bruna Surfistinha


Aos 17 anos, Raquel se sente desajustada na escola, onde é ridicularizada pelos colegas, e em casa, onde vive em conflito com a família. Um dia, a menina de classe média toma uma decisão surpreendente: virar garota de programa. Ela foge de casa e vai viver num privê, onde as garotas moram e recebem clientes. Adota o nome de Bruna e fica amiga daquelas mulheres, como a intempestiva Janine. Ali conhece Huldson, que vai se empenhar em tirá-la da prostituição. De ingênua e desajeitada, Bruna se torna a garota de programa mais disputada do lugar e a que mais ganha dinheiro. Conhece a sofisticada Carol, que lhe mostra a prostituição de alto luxo, e aluga um flat para receber seus próprios clientes. A fama nacional vem quando, com o nome de Bruna Surfistinha, passa a contar num blog suas aventuras sexuais e afetivas como garota de programa. Mas Bruna vê seu dinheiro e sua saúde serem consumidos pela cocaína e, quando chega ao fundo do poço, é hora de dar uma nova guinada em sua vida.

Informações Técnicas :

Título no Brasil: Bruna Surfistinha
Título Original: Bruna Surfistinha
País de Origem: Brasil
Gênero: Drama
Classificação etária: 16 anos
Tempo de Duração: 131 minutos
Ano de Lançamento: 2011
Estréia no Brasil: 25/02/2011
Site Oficial:
Estúdio/Distrib.: Imagem Filmes
Direção: Marcus Baldini

Elenco :

Deborah Secco ... Raquel / Bruna
Cassio Gabus Mendes ... Huldson
Drica Moraes ... Larissa
Fabíula Nascimento ... Janine
Cris Lago ... Gabi
Erika Puga ... Mel
Simone Illiescu ... Yasmim
Brenda Ligia ... Kelly
Guta ... Carol
Juliano Cazarré ... Gustavo
Clarisse Abujamra ... Celeste
Luciano Chiroli ... Otto
Sérgio Guizé ... Rodrigo
Gustavo Machado ... Miguel

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