domingo, 5 de dezembro de 2010

Carta aos meus invejosos de estimação

Queridos invejosos de estimação:

Aprendi há muitos anos com o meu pai que há quem diga mal de nós e que nos queira mal, mas que isso é bom sinal, quer dizer que existimos e que estamos bem. Fui absorvendo essa filosofia com o tempo e a verdade é que o meu pai é que sabe viver a vida: o caminho é sempre em frente e não vale a pena permanecer em vales de lágrimas. Nem sempre fui capaz de o fazer, houve momentos da minha vida em que fiquei parado em caminhos que pareciam becos sem saída e houve alturas em que me entristeci com a maldicência e o desejar nocivo dos invejosos.

Mas agora não. Podem falar o que quiserem, podem invejar tudo o que quiserem: a vida que pensam que eu levo, as riquezas que imaginam que eu tenho, tudo o que vos apetecer que isso já não me afeta. Podem agir de forma a magoarem-me, podem ignorar-me, podem até empinar o nariz, virarem-me as costas, que não vai adiantar nada. E porquê?

Descobri o elixir da felicidade. Tenho em casa os sorrisos mais lindos do mundo, o sentido de humor mais hilariante, os abraços mais fofinhos do mundo e isso faz com que tudo passe, nada permaneça, a não ser todo esse amor que transborda de mim para eles…

Xauzinho, invejosos, cultivem antes os sorrisos e talvez aprendam que só a energia positiva faz avançar o mundo!

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