segunda-feira, 5 de julho de 2010

Lenta luz

A lenta luz deste poema: Este poema é desenhado com as mãos de todas as sensações contidas. Com os dedos que tocam a grafia desértica da lua e sentem a leveza branca das montanhas e a luz vagarosa que se expande. Sinto na boca o sabor de um fruto fresco suspenso em cada sílaba de sal. Os meus gestos desenham calmas marés e nos ombros repousa uma melodia inacabada. Quero unir a lenta luz deste poema às carícias tímidas de um arbusto que dança levemente com a folhagem...

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