domingo, 13 de junho de 2010

A PEDRA NOSSA DE CADA DIA

Uma pedra é sempre uma pedra. A essência é sempre a mesma, não importa a análise que façamos. E, embora às vezes nos esqueçamos, sua origem é também divina, tal como tudo e todos que nos rodeiam. No entanto, vale a pena nos questionarmos...


Que idéia fazemos das pedras em nossa vida? Negativa ou positiva?


Que finalidade costumamos dar às pedras que a vida nos dá? Destrutiva ou construtiva?


Com o que comparamos as pedras que chegam às nossas mãos? Com armas ou ferramentas?


Em que momentos as pedras nos parecem mais presentes? Nas tristezas ou nas alegrias?


Como encaramos as pedras em nosso caminho? Como obstáculos ou degraus?


Com que intenção buscamos pedras em nosso dia a dia? Para agredir ou produzir?


Como reagimos às pedras que nos oferecem? Com desconfiança ou satisfação?


As variações de cada pedra neste mundo estão em nós mesmos, pois a mesma pedra que para nós é um obstáculo, para o outro pode ser um instrumento de trabalho. O que muda, na verdade, entre uma circunstância e outra, entre a nossa visão e a do outro, é a própria disposição interior de cada um no momento em que se vê face a face com a pedra de cada dia.


Assim, também, independentemente de estarmos bem conosco mesmo ou não, a vida e o mundo são o que são. Cabe a nós nos colocarmos de forma ativa ou passiva diante deles. Cabe somente a nós encararmos as pedras da evolução e amortecermos as pedradas da vida, recolhendo desespero ou esperança, malefícios ou benefícios, em qualquer ponto da nossa caminhada.


E, mais importante que tudo, cabe somente a nós refletir sobre que tipo de pedra trazemos dentro de nós: O cálculo doloroso ou a jóia lapidada?

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