terça-feira, 22 de junho de 2010

O amor e o cérebro

Entender como funciona o amor é tema de pesquisa de diversos especialistas por todo o mundo. Que a paixão e o amor deixam as pessoas sorrindo à toa e aéreas já é fato. Agora,novos estudos garantem que sofrer para esquecer alguém não é frescura. Dor de amor é coisa séria!


Segundo o pesquisador americano Antoine Bechara, quem sente mesmo é o cérebro e isso reflete no corpo inteiro. Isso porque o cérebro entra em conflito. Vamos entender.


Mesmo que o relacionamento tenha acabado e que as lembranças negativas ainda estejam presentes, existe uma impressão, que não tem a ver com as memórias guardadas no cérebro que dispara reações como coração disparado, frio na barriga.


Ele explica que no circuito neural há dois sistemas. Um deles passa pela amígdala, e é responsável por respostas corporais involuntárias, como bolhinhas no estômago. O outro sistema passa pelo córtex pré-frontal, região que traz à tona as lembranças da ex, mesmo que a pessoa não faça mais parte da sua vida.


O amor pode ter azedado, mas o cérebro continua a mandar os estímulos que causam reações físicas ainda que existam lembranças ruins do relacionamento. As impressões formadas no namoro ficam no cérebro. As próprias reações físicas também podem ser interpretadas como uma forma de sentimento, o que realimenta o circuito. As impressões residuais e essas reações físicas “sequestram” os pensamentos.


Não precisam da nossa intenção para aparecer, o que dificulta a mudança de foco. Mesmo quando não se está pensando na pessoa de propósito, o sentimento volta e toma o corpo de assalto.


Por isso também é que o tempo pode não dar conta do recado, ao menos do ponto de vista neurológico. Não apaga. Esse sentimento é próximo ao dos vícios.


Mas o tempo pode amenizar essa dor. A ajuda de especialista pode acelerar esse processo mas o tempo é o principal remédio mesmo!


Bom amigos e amigas que um dia sofreram ou ainda sofrem por amor, estejam certos que não é frescura e que não depende da nossa vontade,depende também do nosso cérebro esquecer, com a ajuda do tempo.

0 comentários:

Template - Dicas para Blogs